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terça-feira, 24 de setembro de 2019

IBI e NBI: fusão bilionária cria novo banco de escala regional.

A fusão de US$ 32 bilhões entre os bancos International Bank of Isklands (IBI) e o National Bank of Iskelabria (NBI) criará um dos maiores, mais sólidos e mais rentáveis bancos da Iskelábria e deverá precipitar uma onda de fusões e aquisições bilionárias há muito tempo esperada no setor bancário regional. O novo grupo financeiro Citizens of Iskelabria Banking Group é o primeiro surgido na região desde julho de 2018, quando a fusão entre dois bancos cayaneses deu origem ao VSB Bank, o maior banco das Ilhas Cayans com mais de US$ 350 bilhões em ativos.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Fusão de bolsas cria o maior grupo operador da Iskelábria.

Foi anunciada nesta segunda-feira, 8 de abril, a fusão de três das maiores bolsas de valores da Iskelábria. A transação de US$ 1,27 bilhão envolve a união das operadoras das bolsas de Asland, Auburn e Aldrins numa nova companhia internacional denominada 3A Bursys Holdings, cujo controle acionário será compartilhado pelos atuais acionistas das companhias Asland SE Group, SSE Group e ASX Ambregians, respectivamente, operadoras das bolsas sediadas na cidades supracitadas. O nome "3A" remete às iniciais dos nomes das três cidades.

De acordo com o anúncio, que foi divulgado nos sites oficiais das três bolsas, os atuais acionistas controladores dividirão em partes iguais 60% da 3A Bursys, enquanto o restante ficará cotado nas três praças bursáteis. Haverá um ajuste societário por meio de venda de ações de modo que a participação de cada grupo não ultrapasse 20%. Os três grupos já tinham uma pequena posição acionária cruzada entre si, além de um acordo de cooperação tecnológica.

Dessa fusão, será criada ainda a ClearStock Clearings, uma clearing house que substituirá os atuais departamentos internos de serviços de cada bolsa e atuará como uma empresa independente. A nova empresa também atenderá a Bolsa de Brickel, em Skandvik, recém lançada pelo ASX Ambregians. A ClearStock terá capital fechado.

LIDERANÇA NA ISKELÁBRIA

A fusão anunciada hoje criará um operador líder na Iskelábria em todos os principais indicadores. São US$ 1,78 bilhão em receitas combinadas em 2018, US$ 539 milhões de lucro líquido e US$ 1,86 trilhão de capitalização bursátil, com 2680 empresas listadas. O LSX Group, que opera as bolsas de Lexcen e a Messe Bourse obteve receitas de US$ 1,086 bilhão, com US$ 340,2 milhões de lucro líquido. A capitalização bursátil somou US$ 1,583 trilhão, com 1556 empresas listadas. Já o rival WHSX Group, controlador das bolsas de Welsfort e de Humpton somou US$ 1,082 bilhão de receitas, US$ 383,9 milhões de lucro líquido, US$ 1,381 trilhão de capitalização e 1323 empresas listadas. A sede principal da 3A Bursys ficará em Asland.


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Bolsas de valores se unem e formam um novo grupo multinacional.

Logotipo da LATINEXT Bours, Holdings
As companhias administradoras das bolsas de valores da Skambria, de Astoria (capital da Amerígia) e de Hen-Dai anunciaram uma fusão para a criação de uma nova holding de capital aberto destinada a controlar as três entidades e também de uma nova empresa que será responsável pela prestação de serviços de compensação e liquidação de ordens, além de custódia de ativos, entre outros serviços correlatos, que hoje são realizados pelos respectivos departamentos internos da cada bolsa.. A fusão deverá ser concluída em até cinco meses. Os termos detalhados e os valores da transação ainda não foram revelados.

A SKSX Holdings, que administra a Skambria Stock Exchange, a AmerX Corp, dona da Astoria Stock Exchange, e a Islex Corp, controladora da Hen-Dai Stock Exchange, se unirão para criar a LATINEXT Bours, Holdings. A fusão também dará origem à Clearex, uma clearing house independente das três bolsas, mas sob controle direto da holding, que ficará responsável por todos os serviços de registro, compensação e liquidação de ordens, custódia de todas as classes de ativos, câmara de pagamentos e central depositária de títulos privados de renda fixa, entre outros, tendo como principal concorrente na região a Capital Clearings Group. A LATINEXT Bours será controlada majoritariamente pelos acionistas da SKSX, mas a proporção das posições de cada grupo ainda não foi divulgada.

Clearex será a nova clearing do grupo.
Em 2017, a soma das receitas das três bolsas foi de US$ 424 milhões, com lucro líquido de US$ 231 milhões. A bolsa skambriana é responsável por metade dos negócios. A capitalização bursátil somada chegou a US$ 386 bilhões e o número de empresas listadas era de 1151. Para efeito de comparação, a Lexcen Stock Exchange (Bolsa de Valores de Lexcen) sozinha possui receitas de US$ 1 bilhão anuais, lucrou de US$ 418 milhões e capitalização de US$ 1,98 trilhão, com 1385 empresas listadas. A LATINEXT Bours, Holdings e a Clearex ficarão sediadas na Skambria.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fusão bilionária entre Stadbank e Veinzbank cria novo gigante bancário nas Ilhas Cayans.

Agência do Veinzbank: novo banco será o maior das Ilhas Cayans.
Os bancos Stadbank e Veinzbank , respectivamente o quinto e o sexto maiores das Ilhas Cayans, anunciaram hoje pela manhã (05) uma fusão que criará o maior banco do país em ativos, patrimônio, depósitos, crédito, FPO (previdência oficial compulsória), AUM (administração de ativos de terceiros) e receitas. Combinados, os dois bancos ainda deverão ter os maiores lucros do setor, além da maior base de clientes e a terceira maior rede de agências, muito próximo do Midlands.

A transação avaliou o Stadbank em US$ 15,98 bilhões e o Veinzbank em US$ 13,62 bilhões, movimentando US$ 29,6 bilhões, o que transformará o novo banco no maior do país em valor de mercado. Espera-se que, com os ganhos de escala e demais sinergias, esse valor chegue a US$ 40 bilhões até 2019.

VSB GROUP E A CONCENTRAÇÃO DE MERCADO

Os primeiros estudos sobre a possibilidade de fusão partiram do Veinzbank logo após a criação do segundo maior banco local, o Banque Unior, em fevereiro de 2014, também surgido a partir de uma grande transação. Até então, o setor bancário cayanês possuía oito grandes bancos que concentravam 88% dos ativos do país - atualmente são sete, com 90% de concentração. Todos eles de capital nacional. O RBC (Royal Bank of Cayans) chegou a oferecer uma proposta de aquisição do Stadbank, que logo foi recusada, e o Midlands cogitou adquirir uma participação do estatal C & S Bank, o menor entre os grandes, mas não foi adiante.

A fusão anunciada hoje, que cria o VSB Group, deverá forçar os demais bancos do chamado G7 a buscarem novas estratégias de crescimento via aquisições ou fusões, dadas as dimensões do novo player do setor. Na bolsa de Asland, além da forte alta das ações do Stadbank e do Veinzbank (entre 3,5% e 4,2%), subiam forte os papéis do C & S (5%), do RBC (2,8%) e do Banque Unior (2,2%), uma vez que esses são os mais prováveis protagonistas de novas movimentações de concentração bancária no curto prazo. Alguns analistas avaliam que exista uma grande probabilidade do RBC lançar uma oferta sobre o C & S, uma vez que ele já possui um pouco mais de 3% desse banco e vem aumentando paulatinamente essa participação.

INTERNACIONALIZAÇÃO

Ao contrário do Banque Unior, que desde a sua formação havia expressado interesse pelo mercado austiriano, mas nunca tenha entrado nesse país (possui apenas duas incipientes filiais na Ambrégia e na Amerígia), a nova equipe do VSB demostrou uma forte preferência para realização de aquisições no exterior - sem especificar quais mercados - em detrimento do crescimento interno (orgânico ou não), já bastante concentrado e com ativos cada vez mais caros.

O novo VSB Group nascerá líder em todos os índices financeiros no setor, estimulando novas movimentações de concentração bancária nas Ilhas Cayans.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Bancos suecos SEB e Nordea fundem operações na Iskelábria.

Os grupos financeiros suecos Nordea Group e Skandinaviska Enskilda Banken AB (SEB Group) estão fusionando as suas operações bancárias cambrigianas e skambrianas para criar um novo banco regional, cujo controle acionário ficará dividido igualmente entre as duas intituições. A sede do novo grupo, que será denominado SEB Nordea Banken Group, ficará na Skambria, embora  a maior operação fique na Cambrígia. Quanto ao novo banco, a marca adotada será Nordiska Banken, uma alusão aos nomes originais dos grupos.

Filial do Nordea, na Skambria: Nordiska terá 44 agências no país. 
Apesar da fusão, o Nordiska Banken nascerá como um banco médio. Considerando os números fechados em 2013 das filiais cambrigianas do Nordea e do SEB, o Nordiska estaria apenas na 19ª posição no ranking de ativos, somando US$ 32,8 bilhões na Cambrígia. Teria ainda 550 mil clientes e 110 agências. Já na Skambria, a soma dos ativos das duas filiais locais o deixaria na 12ª posição com US$ 15,5 bilhões, além de 221 mil clientes e 44 agências. No geral, o Nordiska nasceria com ativos totais de US$ 48,3 bilhões, 772 mil clientes, 154 agências e US$ 663 milhões de lucro líquido anual.

A expectativa dos grupos suecos com o negócio é de conseguir uma economia de custos devido ao aumento da escala na ordem de US$ 150 milhões nos próximos cinco anos. Além disso, o Nordiska passará a contar com agências de apoio na Ambrégia, na Letávia, na Norígia e na Nova Zembla. No entanto, a pequena filial que o Nordea possui nas Ilhas Skandvik não só não fará parte da joint venture, como também poderá ser vendida.

O SEB Group encerrou 2013 com total de ativos superiores a US$ 380 bilhões, enquanto que o Nordea se manteve como o maior grupo bancário escandinavo, somando US$ 860 bilhões em ativos totais.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fusão cria segundo maior banco cayanês.

Dois dos oito bancos que formam o chamado "Big 8", como é conhecido o conjunto dos oito grandes bancos cayaneses que concentram 88% dos ativos bancários do país, estão unindo suas operações para formar a segunda maior instituição financeira das Ilhas Cayans.

O Mid-Atlantic Banking Group e o Atlantibanken Holdings, ambos com sedes em Claredon, capital do estado da Angléria, unirão seus respectivos bancos para dar origem ao Banque Unior, que nascerá com ativos totais de US$ 164,8 bilhões e patrimônio líquido de US$ 12,8 bilhões, atrás apenas do Asland Bank.

O novo banco também será o terceiro maior em depósitos (US$ 41,8 bilhões) e o quarto em crédito (US$ 33,1 bilhões). No entanto, sua carteira de fundos de previdência (FPO) e os ativos de terceiros sob sua administração (fundos e outras aplicações de médio e longo prazos, exceto depósitos a prazo) serão os maiores do país, com saldos de US$ 45,8 bilhões e US$ 83,6 bilhões, respectivamente.

O Banque Unior também disputará a liderança com o Asland Bank em receitas (US$ 8,6 bilhões) e lucro líquido (US$ 1,4 bilhão). Contudo, terá 3,49 milhões de clientes (atrás do Asland Bank e do Midlands Bank) e 1.315 agências, sendo a quarta maior rede bancária do país. A sede ficará mantida em Claredon.

Os dois grupos bancários dividirão em partes iguais o controle do Banque Unior através do Groupe Unior, companhia que também será resultante da fusão dos próprios controladores. Para isso, o Atlantibanken Holdings aportará US$ 1,69 bilhão na operação para igualar a sua participação no novo grupo em relação ao Mid-Atlantic Banking Group. Os dois grupos terão cerca de 59% do controle do Groupe Unior.

INTERNACIONALIZAÇÃO

Um dos pontos destacados pelos grupos com a criação do Banque Unior é que o novo banco terá musculatura suficiente para iniciar o seu processo de internacionalização regional e também se defender de possíveis tentativas de aquisições hostis por parte dos grandes bancos cambrigianos.

Com um valor de mercado estimado em US$ 19,8 bilhões, seria mais difícil uma tomada de controle por parte de grupos como o Bancorp e o Warhaftig, da Cambrígia, ou o NTM Group e o Groupe Bers, da Norígia, embora ainda tivessem condições de fazê-lo.

Com relação à internacionalização, os representantes do Unior não foram muito claros, mas demostraram interesse pelo mercado austiriano, que está em plena fase de expansão e deve se tornar o maior de todo o conjunto dos países da Iskelábria.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Grupo Santander compra filial skambriana do MUFG.

Depois de alguns anos em negociações frustradas, o grupo espanhol Santander, através de sua holding cambrigiana Santander Central Hispano Iskelábrico (Grupo SCHI), finalmente chegou a um acordo para adquirir o banco Mitsubishi UFJ White House, de propriedade do grupo japonês MUFG. 

O White House é um banco focado em clientes de alta renda e em médias e grandes empresas da Skambria. Com a aquisição, o Santander pretende incorporá-lo à sua filial local, o Santander Inverstock Bank, que também atende ao mesmo nicho de mercado. Atualmente, o Inverstock está na 24ª posição entre os maiores bancos do país e o White House na 31ª. Em 2013 operavam 45 bancos na Skambria.

A transação, avaliada em US$ 110 milhões, fará com que o Inverstock suba para a 20ª colocação em ativos totais, com expectativa de lucros anuais superiores a US$ 50 milhões. O grupo espanhol espera concluir a fusão ainda neste semestre.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

SCS Banken compra fatia do SCS New Equity e inicia incorporação.

Novo logo do SCS Banken manteve as cores e o layout  anterior.
O banco escandivíquio SCS Banken (antigo RBS Skandviken) comunicou ao mercado a aquisição dos 49% da administradora de fundos de pensão (AFP) SCS New Equity Pension Funds que estava nas mãos de investidores independentes por US$ 32,6 milhões, valorizando a companhia em US$ 66,6 milhões. Os outros 51% já estava nas mãos do SCS Group, controlador do SCS Banken.

A aquisição é o primeiro passo para que o banco inicie a incorporação da AFP, transferindo todos os seus ativos, incluindo o saldo em carteira, os 62 funcionários e os 5 pontos de atendimento - que serão transformados em agências bancárias - ao SCS Banken. Atualmente, o SCS New Equity é a terceira maior AFP do país, com saldo superior a US$ 1,3 bilhão, a frente apenas do ING Brickell Pension Funds. A previsão é de que as duas empresas operem como uma única companhia em até 90 dias.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Itaú vende filial na Cambrígia ao BBVA por US$ 1,6 bilhão.

O grupo financeiro brasileiro Itaú Unibanco aceitou vender a sua filial cambrigiana aos espanhóis do BBVA por US$ 1,6 bilhão, que será paga em ações das três holdings regionais controladas pelos ibéricos na Iskelábria. A oferta dos europeus pelo 27º maior banco da Cambrígia superou as propostas do Banque Bers, do Ameritia e do Bank of Lexcen, que variaram entre US$ 1,3 bilhão e US$ 1,5 bilhão. Embora viesse demonstrando desinteresse em se desfazer da rentável unidade local, o Itaú começou a considerar a possibilidade da venda conforme os valores iam ficando mais elevados.

Com sede em Chandan, o Banco Itaú Cambrigia possui US$ 13 bilhões em ativos totais, US$ 1 bilhão de patrimônio líquido, 326 mil clientes e 53 agências. Seu lucro líquido em 2012 somou US$ 180,8 milhões. Globalmente, o grupo brasileiro possui mais de US$ 510 bilhões em ativos.

O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) é o segundo maior grupo financeiro espanhol, com ativos totais de €637 bilhões em 2012. Na Iskelábria, controla 9 filiais bancárias através de três holdings regionais (BBVA Ameris, BBVA Isklands e BBVA Bristlands) - incluindo a filial das Ilhas Cayans - encerrando o mesmo ano com ativos superiores a US$ 75 bilhões (sendo US$ 40,6 bilhões apenas na Cambrígia), US$ 5,9 bilhões de patrimônio líquido, US$ 838,5 milhões em lucro líquido, mais de 1 milhão de clientes e 260 agências.

A fusão com a filial cambrigiana do Itaú fará a unidade local do BBVA subir da 12ª posição, para a 11ª no ranking de ativos, somando US$ 56 bilhões, logo atrás do Bank of Cambrigia. O número de clientes ficará próximo dos 750 mil, já desconsiderando a duplicidade estimada, assim como o número de agências que ficaria entre 130 e 135, frente às 154 da soma atual. A transação deverá ser concluída ainda este ano.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Acionistas da Lako aceitam acordo com Galiza.

A maior fabricante iskelábrica de cadeados, a Lako, será incorporada pela cambrigiana Galiza, vice-líder no segmento de maçanetas, fechaduras e puxadores na região, divulgaram hoje os representantes das duas companhias.

Depois de quase um ano de negociação, os acionistas da empresa neozemblesa aceitaram a oferta proposta pela Galiza, que prevê a incorporação total da Lako por uma nova holding denominada Galiza International. Além da Lako, a sua filial de dobradiças e acessórios Metagris, adquirida em 2008, também fará parte do novo grupo.

Embora não tenham informado os valores da transação, os atuais acionistas da Lako ficarão com 36% de participação total na Galiza International, permanecendo o restante sob controle do fundo GLZ, do qual fazem parte vários investidores institucionais locais. O GLZ foi criado em 2002, quando da aquisição da Galiza por parte de vários bancos.

A GALIZA INTERNATIONAL

A criação da Galiza International, que controlará as três companhias envolvidas no acordo, dará origem ao segundo maior grupo do segmento na região, atrás apenas da Assisa e imediatamente à frente da Veridon. As receitas combinadas estimadas para 2012 são de aproximadamente US$ 530 milhões. A sede continuará em Brememburgo, na Cambrigia.

A GALIZA

Atualmente, a Galiza é a segunda maior fabricante de maçanetas, fechaduras e puxadores da região. Possui duas unidades industriais, sendo a principal em Brememburgo, que atende o mercado iskelábrico e a outra na Skambria, voltada para exportação. Foi comprada em 2002 pelo fundo GLZ e desde então passou a investir em design e tecnologia, o que fez da empresa uma grande fornecedora para o mercado de luxo, vendendo seus produtos em mais de 60 países. Faturou US$ 290 milhões em 2011 e para este ano estima-se um aumento de 25% nas receitas.

A LAKO

Fundada em 1983 em Humpton, a Lako lidera as vendas de cadeados na região e tem uma pequena participação em fechaduras e maçanetas, que deverá ser abandonada para cortar custos e se focar na sua linha principal. Contando com uma moderna planta industrial na capital neozemblesa, exporta para quase 30 países e fatura mais de US$ 110 milhões por ano. Beneficia-se por investir cerca de 5% de seu faturamento anual em pesquisa e desenvolvimento, que lhe tem garantido prêmios internacionais de inovação e visibilidade comercial.

A METAGRIS

Também contando com apenas uma fábrica em Humpton, a Metagris foi adquirida em 2008 pela Lako. Produz dobradiças, chaves, fechos, ganchos, prendedores, linguetas para móveis, entre outros acessórios para a indústria moveleira, detendo forte participação de mercado em toda Iskelábria. Estima-se que seu faturamento fique em torno de US$ 35 milhões neste ano. Assim como a Lako, tem reforçado o investimento em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Átis Group e Elix'hir tornam-se uma única companhia após associação.

O grupo de gestão de fretes e serviços pré-pagos neozemblês Átis Group chegou a um acordo com sua congênere skambriana Elix'hir para unirem suas operações numa nova empresa de controle compartilhado, visando conquistar a vice-liderança do setor.

As negociações começaram em agosto, depois da fracassada tentativa de compra da Elix'hir pela francesa Edenred. Na época, a Edenred havia proposto a compra da totalidade do controle da empresa por US$ 16,5 milhões, valor considerado muito baixo pelos acionistas da Elix'hir.

A FUSÃO

Embora o valor do negócio não tenha sido revelado, alguns analistas acreditam que a Elix'hir possa ter sido avaliada em US$ 22 milhões e a Átis em cerca de US$ 40 milhões, o que faria com que a nova empresa tivesse controle majoritariamente neozemblês. No entanto, o capital da mesma será detido em partes iguais pelos atuais controladores das duas companhias, após um aumento de capital pelos sócios skambrianos, de montante não especificado.

A empresa resultante da fusão se chamará Groupe Átis Elix'hir, terá sede fiscal na Skambria e o centro de decisão em Humpton.

AS EMPRESAS

O Átis Group controla cerca de 50% do segmento de gestão de fretes, pagamentos e gastos dos caminhoneiros em seu país de origem e na Norígia. Também tem ganho escala no segmento de cartões pré-pagos para pagamento de benefícios como vales (refeição, alimentação e transportes), salários e gastos de viagens profissionais (transporte, hospedagem e alimentação) competindo com a cambrigiana Serfran e com a Northink, da Norigia. A previsão de receitas para este ano é de US$ 160 milhões.


A Elix'hir tem a liderança no seu país de origem, a Skambria, com mais de 60% do setor. Também atua na gestão de fretes, cartões pré-pagos (de benefícios e vales-presentes e vales-compras) e gastos de viagens profissionais. Além disso, detém 14% do mercado cambrigiano, onde entrou em 2008 e para este ano estima-se que atinja US$ 90 milhões de faturamento.


CONCORRENTES

Entre os principais concorrentes da nova empresa estão a líder Serfran Group, com sede em Mallistrat. Com previsão de receitas superior a US$ 600 milhões para 2012, atua também na Norígia, Nova Zembla, Skambria e na Letávia, em todos os segmentos do setor de pré-pagos de vales e benefícios, além da gestão fretes.

A norigiana Northink lidera no seu país de origem e atua com menos força na Nova Zembla, Cambrígia e na Letávia. Deve faturar US$ 170 milhões neste ano.

Na Ambrégia, a companhia mais importante é a Alcardis, com uma cota de 40% do mercado e receitas estimadas em quase US$ 210 milhões, seguida pela letava easyCards, com cerca de 22% de participação.

Além da Ambrégia, a easyCards também é vice na sua terra natal com share de 28% e receita prevista de US$ 316 milhões, somando os dois países. A liderança nesse caso fica com o QSol Group, dono de 55% da fatia e estimados US$ 393 milhões em receitas. O QSol atua apenas em seu país.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fusão entre Carbonia e TechMaterials movimenta setor de fibra de carbono.


A fusão das operações da Carbonia com a TechMaterials anunciada hoje ao mercado dará origem a um grande líder iskelábrico na área de materiais de fibra de carbono. O negócio calculado em US$ 550 milhões foi anunciado hoje em Humpton, capital da Nova Zembla, onde a Carbonia está localizada e deve ser concluído em 90 dias.

A nova empresa, que se chamará Carbonia TechMat Group, será a única fabricante integrada do setor, participando desde o fornecimento da matéria-prima e sua transformação (especialidades da TechMaterials) até o produto acabado, principal atividade da Carbonia.

A nova companhia, além de manter a fábrica de Humpton, incorporará as unidades de Brememburgo, na Cambrígia, herdadas da TechMaterials. Também foi anunciado um investimento de US$ 60 milhões para a criação de uma unidade na cidade austiriana de Winsfolk em 2013.

A participação de mercado detida pelas duas empresas atualmente é de 58% nos países em que atuam (Cambrígia, Norígia, Nova Zembla, Skambria e Letávia), com previsão de receitas somadas de US$ 345 milhões. No entanto, o risco da fusão não ser aprovada pelas autoridades regulatórias é baixo, uma vez que ambas estão sendo ameaçadas pela chegada de um concorrente muito forte de abrangência global, o grupo alemão SGL Group, que recentemente comprou a portuguesa Fisipe e faturou €1,54 bilhões em 2011.

As fibras de carbono têm grande procura pela indústria automotiva, aeronáutica e eólica.

sábado, 6 de outubro de 2012

Governo cayanês conclui fusão bancária e prorroga privatização para 2013.


O Banco Central Cayanês (CBC, Central Bank of Cayans) anunciou a conclusão da fusão dos sete bancos estatais administrados pela Banks Of Cayans, instituição criada pela autarquia em 2010 para este fim.

O novo banco, que será denominado apenas pela marca "C&S Bank", nascerá com ativos totais de US$ 38 bilhões e patrimônio líquido de US$ 2,6 bilhões. Segundo o CBC, esses números o deixarão na sétima e na terceira posição do ranking do setor, respectivamente. Esses dados, referentes ao segundo trimestre deste ano, também revela que o C&S terá cerca de 2,2 milhões de clientes e mais de 1000 agências espalhadas pelo país, ficando entre a quarta e a quinta posição nestes quesitos.

Apesar da fusão, em outros critérios o novo banco ainda ficará longe dos líderes, como no saldo de ativos de terceiros sob administração - AUM - (sétimo lugar com US$ 22 bilhões), depósitos (em sexto com US$ 15,6 bilhões) e crédito (cujos US$ 13,5 bilhões também lhe garantem a sexta colocação).

Os bancos fusionados foram: Asland C & S Bank, Angleria C & S Bank, Surin C & S Bank, Aehengton C & S Bank, Arila C & S Bank, WestCay C & S Bank e o Saint Croix C & S Bank.

A sede do C&S Bank está localizada na capital do país, Asland.

PRIVATIZAÇÃO

A fusão bancária foi o último passo para a privatização do C&S, que está marcada para o segundo semestre de 2013. Até lá, o CBC, através do Banks Of Cayans, que continuará administrando o novo banco, estudará as propostas de investidores interessados na sua aquisição, que poderá custar entre US$ 3 bilhões e US$ 4,5 bilhões.

domingo, 15 de julho de 2012

UniCorp e Sonora Media unem operadoras e criam player regional de telecom.

Um dos negócios mais especulados e aguardados nos últimos tempos acaba de ser oficializado. O grupo de mídia e telefonia ambregiana UniCorp Communications vai unir suas unidades de telecomunicações com as de sua congênere letava Sonora Media Corporation (SMC), dando origem a um dos maiores players regionais do setor. O anúncio se deu duas semanas após o consórcio formado pelos dois grupos vencer a disputa para entrar no mercado brístio de telefonia e internet.

Pelo acordo, as operadoras de telefonia fixa, móvel, internet e TV por assinatura, além das empresas de contact center detidas pelos dois grupos serão repassados para uma nova holding a ser constituída. Esta, por sua vez, será controlada pela holding Uníssono, criada apenas com este propósito. Cada uma terá 50% das ações desta holding. Tanto a Uníssono, quanto a nova holding terão sede no território brístio, não só por questões fiscais, mas também política.

O negócio fará surgir uma companhia com receitas anuais de US$ 8 bilhões e lucro líquido de US$ 1 bilhão (dados de 2011). O número de clientes se aproxima dos 10 milhões apenas nos dois países em que atuam.

VIRGIN MOBILE

Um dos pontos que mais chamaram a atenção foi a divulgação do contrato com a britânica Virgin Mobile para a utilização de sua marca na divisão de celulares do novo grupo. Pelos termos do acordo, a nova operadora pagará 1% da receita líquida anual a título de royalties para a empresa europeia em troca da exclusividade do uso da marca em todos os países da região.

A Virgin Mobile possui mais de 15 milhões de usuários em vários países como Austrália, Canadá, França, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. Recentemente entrou na América Latina com a abertura de uma filial no Chile. A Virgin Mobile é conhecida por atuar como Operadora Móvel Virtual (MVNO) e possuir diferentes acordos para atuar em cada país. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela vendeu a sua parte na joint venture criada em 2001 para  a sua parceira Sprint Nextel e hoje apenas empresta sua marca ao antigo sócio americano.

MARCAS

Além da Virgin Mobile, a Vodafone e a Orange também foram cogitadas para emprestar suas marcas, entretanto, as conversas foram infrutíferas, já que ambas desejavam ter uma participação acionária importante na nova empresa, o que não foi aceito pelos sócios locais.
Na área de telefonia fixa, a marca Tellam, utilizada pelo UniCorp na Ambrégia, substituirá a LTEL usada na Letávia pelo Sonora Media Corporation e será usada em todos os mercados onde a nova corporação pretender atuar. Este também será o nome da nova holding que será controlada pela Uníssono e que terá sede na Bristia.

As demais empresas dos grupo manterão a mesma marca temporariamente.

Novo Grupo Tellam
(Ambregia)
Receita Líquida
(em US$ milhões)
Clientes
(milhares)
Partic. de Mercado
(%)
Posição
  Tellam (tel. fixa) 3.238,6 2.102,9 63,02
  White Mobiles (tel. móvel) 977,7 1.956,3 22,32
  Classcom (contact center) 286,9 n.a. n.a.
  UniSatel (TV por assinatura, DTH) 109,7 178,5 11,36
  UniSatel (ISP) 69,9 143,6 7,93
  Dados Referentes a 2011. Fonte: Empresas
Novo Grupo Tellam
(Letavia)
Receita Líquida
(em US$ milhões)
Clientes
(milhares)
Partic. de Mercado
(%)
Posição
  LTEL (tel. fixa) 582,8 732,0 15,71
  LTCel (tel. móvel) 2.486,5 4.196,3 31,34
  LCC Services (contact center) 248,3 n.a. n.a.
  LTEL Internet (ISP) 162,8 311,1 13,29
  Dados Referentes a 2011. Fonte: Empresas

domingo, 27 de maio de 2012

KBC Group compra Dexia Bank Cayans por US$ 42,3 milhões.

O grupo financeiro belga KBC Group anunciou na última sexta-feira em Asland a compra da filial cayanesa do grupo belgo-francês Dexia por US$ 42,3 milhões em dinheiro.

A transação ocorre apenas três meses após o KBC adquirir a unidade bancária local do HSBC por US$ 153,8 milhões e vem reforçar sua presença no sólido mercado bancário das Ilhas Cayans.

Em 2011, o Dexia foi o 42º maior banco em volume de ativos. Com o negócio, o KBC Bank Cayans somará cerca de US$ 4 bilhões no mesmo critério, devendo ficar entre os 15 maiores do país.

terça-feira, 13 de março de 2012

Nilseq e Intellitronics anunciam fusão.

A companhia letava de desenvolvimento de soluções e produtos de segurança digital, Nilseq Technologies, e a Intellitronics, fabricante skambriana de cartões inteligentes e SIM cards anunciaram em Auburn que iniciaram o processo de fusão de ambas as empresas numa nova companhia líder do segmento.

A combinação formará um novo grupo com um amplo portfólio de produtos e serviços, que vão desde sistemas de identificação e captura online de imagens e dados biométricos, conectividade wireless de curto alcance para verificação de identidades e pagamentos móveis (NFC), sensores para automatização de coleta e envio de dados aos centros de processamento (segmentos médico e logístico), sistemas de software e dispositivos para segurança digital, incluindo chaves e cartões inteligentes e dispositivos portáteis de captura e armazenamento de dados digitais da Nilseq até o desenvolvimento e fabricação de cartões de pagamento e de identificação, SIM Cards, cartões telefônicos e chips RFID da Intellitronics.

Além disso, a nova empresa atacará em novos mercados, incluindo as áreas de impressão de documentos oficiais de identificação e documentos seguros (talões de cheques, vouchers, tickets, ingressos, bilhetes, além de notas fiscais, diplomas e certificados), microfilmagens de documentos, Certificação Digital, cartões eletrônicos, entre outros, não se descartando novas aquisições.

De acordo com os executivos das companhias, a fusão se dará através da incorporação da Intellitronics pela Nilseq, que manterá sua sede em Auburn e passará a ser denominada Nilseq Group. A Intellitronics manterá sua denominação e sede na Skambria. Apesar de não terem informado valores, a transação será mediante troca de ações.

Potência regional.

O Nilseq Group nascerá líder em seu segmento, com receitas pró forma de cerca de US$ 480 milhões em 2011 e atuação em 5 países. Para 2012 a espectativa é de aumento de cerca de 30% nas receitas e expansão para outros países da região.

sábado, 6 de agosto de 2011

Bancos Sterlin Plus e Marshall unem operações na Letávia.

Os grupos letavos Sterlin Plus Investments e Marshall Financial Holdings anunciaram que estão unindo as suas operações bancárias, de seguros e corretagem para criar uma nova instituição financeira a ser denominada Sterlin Marshall Financial Group e que terá sede na cidade de Mainsburgh, a mesma do Sterlin Plus.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vetor e ForteMayor se unem e criam segundo maior banco da Letávia.

Os bancos letavos Vetor e ForteMayor anunciaram nesta sexta-feira a fusão de suas operações para criar o segundo maior banco da Letávia.

Pelo acordo, os acionistas do ForteMayor receberão US$ 485,3 milhões em ações do novo banco, além de outros US$ 323,7 milhões em dinheiro a ser pago semestralmente em três anos, caracterizando assim uma incorporação do ForteMayor pelo Vetor.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Após fusionarem bancos, Amerígia e Islâmia criam nova telecom.

Duas semanas após anunciarem a fusão de seus bancos estatais, os governos da Amerígia e da Islâmia comunicaram ao mercado a criação de uma nova companhia de telecomunicações através da integração de suas respectivas estatais do setor.

Diferentemente do que ocorreu no setor bancário, essas empresas serão integralmente controladas por uma holding a ser constituída e que terá sede na Brístia, tido como um país neutro dentro destas circustâncias.

A futura holding, a ser denominada Amistel, será detida em cerca de 65% pelo governo amerigiano e em 20% pelo governo islamiano. O restante deverá ser cotado nas bolsas de valores dos três países envolvidos na operação.

Além disso, numa segunda etapa, a holding receberá um forte aumento de capital afim de que esteja apta a disputar o leilão das telecoms na Austíria. O objetivo dos dois países é ter uma multinacional de porte regional e manter o controle do setor em mãos locais, pondo fim às expectativas de privatização das companhias, embora ambos estejam abrindo totalmente os seus mercados ao capital privado e estrangeiro.


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Governos da Amerígia e Islâmia fusionam bancos estatais.

Os governos da Amerígia e da Islâmia anunciaram nesta quinta-feira que não irão mais privatizar os seus bancos estatais National Bank of Amerigia e National Bank of Islamia, respectivamente. Em vez disso, criarão duas holdings que terão sedes cada uma em um dos dois países e que dividirão o controle dos dois bancos igualitariamente entre si.

A NBA Holding terá sede na capital amerigiana Astória, será participada em 50% pelos dois governos e controlará 30% do banco amerigiano e outros 30% do banco islamiano. Por outro lado, a NBI Holding ficará sediada na Islâmia, também terá o seu capital controlado em partes iguais pelos governos de ambos os países e administrará os outros 30% de cada banco.

Para isso, o estado islamiano deverá realizar um aumento de capital no banco local até que atinja um nível que o permita manter a mesma posição de controle de seu congênere amerigiano.

Os dois bancos adotarão uma nova marca (NatBank), precedido do nome do país onde está localizado.

Ao mesmo tempo, as duas holdings constituirão e dividirão o controle de uma terceira holding, a NB International Holding, que ficará sediada no novo distrito financeiro de Messe, na Brístia, e que será responsável pela expansão do grupo pelos países vizinhos.

Os dois governos esperam concluir a operação até o final do ano.