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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Banque Bers entra no mercado amerigiano.

O Groupe Bers estará inaugurando até o fim deste mês suas primeiras agências no mercado bancário amerigiano.

O maior grupo financeiro da Norígia, com ativos totais superiores a US$ 80 bilhões, pretende se tornar um dos maiores bancos da Amerígia nos próximos anos, aproveitando o grande crescimento do setor pelo qual passam os países iskelábricos menos desenvolvidos.

Segundo a direção do banco, não existem planos de aquisição, embora esta opção não esteja totalmente descartada.

ISLÂMIA

O Banque Bers também deverá ter agências na pequena Islâmia, uma vez que esta cidade-estado tem um forte vínculo econômico e social com a Amerígia, mas a investida será mais a médio prazo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Austíria conclui fusões de bancos regionais.

Os governos da Austíria e dos seus nove estados anunciaram a conclusão da integração de seus respectivos bancos estatais estaduais em três novas instituições de maior porte para privatizá-los a partir do ano que vem.

A partir da fusão do Bank Belgran com o Marotvia Banka e o Noria Banka surgiu o Sigma Bank, com ativos de cerca de US$ 13,5 bilhões e patrimônio líquido de US$ 1 bilhão. Os bancos Winsfolk, Orésia e Breinstein formaram o Stigma Bank, com ativos de US$ 14,1 bilhões e patrimônio de US$ 1,2 bilhão. Já o Phipsi Bank foi formado pelos bancos Niembria, Loravia e Eslovijia, possui US$ 15,1 bilhões em ativos totais e US$ 1 bilhão de patrimônio líquido. As sedes das novas instituições ficarão em Belgran, Winsfolk e Niembria, respectivamente. A privatização do National Bank of Austiria, o único com atuação nacional, ainda não foi decidida.

Os pricipais grupos financeiros da região são tidos como favoritos por especialistas ligados ao processo, dentre eles o ISB Financial Group, da Ambregia, os letávos DeVille, Sempra e Nutta Salfar, o Menlo Watters, da Skambria, além dos cambrigianos Bancorp (dono do Atlantis Bank) e Warhaftig, os norigianos NTM Bank e Banque Bers e o International Bank of Isklands (IBI) da Nova Zembla. Os bancos espanhóis BBVA e Santander, os britânicos HSBC e Barclays e o italiano UniCredit também estão interessados na disputa, mas deverão enfrentar resistência política e legal. O brasileiro ItaúUnibanco, o português Millenium BCP e o francês BNP Paribas, considerados potenciais candidatos pelo mercado, não confirmaram participação.