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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

ASX Ambregians confirma abertura de bolsa em Brickell, nas Ilhas Skandvik.

O grupo ASX Ambregians, que opera a Aldrins Stock Exchange, na capital da Ambrégia, confirmou que abrirá a primeira bolsa de valores das Ilhas Skandvik ainda no primeiro semestre de 2019. O anúncio foi divulgado em nota ao mercado através do seu site. O operador bursátil planeja investir US$ 9,5 milhões no empreendimento que terá negociação eletrônica e que entrará em operação entre março e abril do ano que vem. A PHEX Financial Solutions & Technologies irá fornecer as soluções tecnológicas para negociações da bolsa. A PHEX já é fornecedora dessas soluções para as demais bolsas de valores da região. Os serviços de compensação e central depositárias serão oferecidos pelo próprio departamento interno da bolsa de Aldrins.

Segundo o ASX, a nova bolsa terá sede na capital do pequeno país e atuará nos mercados de renda variável, fixa, mercadorias, futuros e ETFs. A empresa já contabiliza mais de 30 empresas locais com intenções de abrir o capital na nova bolsa. No longo prazo, ela estima que entre 50 e 60 empresas estarão listadas. A Brickell Stock Exchange, como a nova bolsa será denominada terá uma estrutura enxuta e moderna para garantir baixos custos de operação, tanto para corretoras, quanto aos investidores, bem como para a própria instituição.

ASX Ambregians

O grupo ASX Ambregians é o operador da Aldrins Stock Exchange, a única bolsa de valores da Ambrégia. Em 2017, teve receitas de US$ 401 milhões, capitalização bursátil de US$ 521 bilhões, 612 empresas listadas e giro financeiro diário de US$ 1,3 bilhão.

PHEX Financial Solutions & Technologies

A PHEX Financial Solutions & Technologies fornece uma plataforma tecnológica de negociação que atende a corretoras, bolsas, câmaras de compensação e participantes de negociações. Possui sede em Lexcen, na Cambrígia e opera em todos os principais países da Iskelábria, somando receitas anuais de quase US$ 120 milhões. Foi criada em 1998 pela operadora das três bolsas cambrigianas - hoje há apenas a de Lexcen - e vendida em 2009 a terceiros, mantendo-se até hoje como uma empresa independente. Ela própria está listada na Lexcen Stock Exchange.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

BAI/Austec confirma picape chinesa e assina contrato com a SAIPA, do Irã.

O grupo Belgran Atlantic Industries, um dos mais ativos nos últimos anos no setor automotivo regional, confirmou que montará a picape média N2, fabricada pela chinesa Huanghai. Pelo acordo, a Huanghai fornecerá as carrocerias já estampadas, uma das etapas mais caras de produção e as enviará para a fábrica da Austec em Belgran, onde serão montadas e pintadas no local. Os demais componentes e sistemas serão fabricadas localmente, inclusive a plataforma.

Saipa Roham

SAIPA Roham
O último modelo que faltava para completar a gama de opções pretendida pela BAI, um sedã compacto de até 4,5 m, já foi escolhido Trata-se do iraniano Roham, da fabricante local SAIPA, que está em fase de lançamento. Nesse caso, a SAIPA irá fornecer as carrocerias e plataformas desmontadas para a unidade fabril da parceira austiriana, onde os carros serão finalizados com as demais peças e componentes, incluindo motores, eixos e suspensões, incluindo um interior totalmente novo. Os preços, as versões, as estimativas de vendas e o prazo para lançamento da picape e do sedã ainda não foram informados, mas ambos deverão ser vendidos a partir do segundo semestre de 2019, assim como todos os demais modelos da Austec. A SAIPA é um grande grupo automotivo iraniano, com dezenas de filiais e afiliadas em vários segmentos do setor., fabricando caminhões e carros de outras marcas internacionais. É a maior rival da Iran Khodro Company, antiga parceira da BAI na IKCO Motors, predecessora da Austec Automobilies.

Roham: modelo da SAIPA será vendido como Austec a partir de 2019.

sábado, 10 de novembro de 2018

Skjern Proton lançará crossover X70 em janeiro.

A Skjern Proton Auto (SPA Motors), empresa responsável pela marca malaia Proton na Iskelábria, anunciou o lançamento do novo crossover X70 para janeiro de 2019. O modelo está em fase de lançamento na Malásia onde terá preços entre US$ 23,8 mil e US$ 27,2 mil e será o segundo modelo mais caro da marca, atrás apenas do sedã grande Perdana, também comercializado pela SPA.

Novo Proton X70: crossover da marca malaia é derivado do Geely Boyue.
O novo X70 tem cerca de 4,5 m e é a versão Proton do reestilizado Boyue, fabricado pela chinesa Geely, que recentemente adquiriu 49,99% da companhia malaia. O crossover será montado na unidade fabril da SPA localizado em Astória, capital da Amerígia, de onde já saem os médios Prevé e Suprima em CKD. A SPA pretende vender entre 15 e 20 mil unidades anuais do novo produto.

Em 2017, a Proton vendeu 27.385 automóveis, sendo 19.110 montadas na unidade amerigiana. A marca malaia foi a 30ª mais vendida na região, de um total de 76.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Invesa Navistar importará caminhões médios da International.

A empresa Invesa Navistar, do grupo cambro-norigiano Invesa Motors Isklands, começou a importar a linha de caminhões médios da fabricante norte-americana International. Atualmente, a Invesa comercializa apenas os caminhões pesados e extra-pesados da marca, vendendo mais de 800 unidades por ano. Com os caminhões das séries CV e MV, a empresa pretende chegar perto de 2 mil unidades anuais. O mercado com o maior potencial de crescimento é o austiriano.

Caminhões médios CV-Series e MV-Series, da norte-americana International: Invesa espera vender até 2 mil unidades anuais com os novos modelos.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Austec será a nova marca da BAI para substituir IKCO. Modelos Fiat e BYD estão confirmados para produção em 2019.

A Belgran Atlantic Industries (BAI) escolheu a marca Austec para substituir a IKCO Motors, empresa a qual mantinha em sociedade com a Iran Khodro Company até junho deste ano. A marca é a mesma utilizada pela subsidiária de motores Austec Motors Industrial, adquirida em dezembro de 2016 e que hoje é detida também pela Fortis Automotive. A marca Austec é de propriedade da BAI. A IKCO Motors passará a ser denominada Austec Automobilies a partir de janeiro de 2019. Os modelos atuais serão fabricados até o fim deste mês.

NOVOS MODELOS: Fiat Ottimo/Viaggio e BYD.

Ao mesmo tempo em que a BAI encerra a produção dos modelos iranianos, a companhia também anunciou que comprou a licença para produção dos modelos médios Ottimo e Viaggio, da Fiat, que foram produzidos na China pela sociedade GAC Fiat entre 2012 e 2017. Os dois modelos foram desenvolvidos a partir do Dodge Dart para serem vendidos no mercado chinês.

BYD F0
Para complementar a linha, a empresa também fabricará quatro modelos da chinesa BYD: o subcompacto F0; o crossover compacto Yuan; o crossover médio Song; a minivan grande Song Max, lançada no ano passado e o recém lançado crossover grande Tang. O sedã médio Qin Pro lançado este mês não foi cogitado para a produção pela Austec, ao menos por enquanto, pois poderia haver uma concorrência interna do modelo com o Viaggio, já que possuem porte semelhante. Ao contrário dos modelos da Fiat que manterão os mesmos nomes, trocando-se apenas a marca, os BYD serão renomeados antes de serem vendidos com a nova marca da BAI. 


BYD Yuan
BYD Yuan
BYD Song
BYD Tang

CONJUNTO MECÂNICO

Diferentemente do acordo com a Fiat, em que a linha Ottimo/Viaggio será totalmente fabricado pela Austec, os modelos da BYD terão alguns componentes fabricados e fornecidos pela empresa chinesa, como as plataformas e as partes de aço das carrocerias. No entanto, em ambos os casos, todos os motores serão da Austec e os demais componentes e sistemas também serão de fabricação local. 

Minivan BYD Song Max

OUTROS MODELOS

Huanghai N2: picape pode dar origem a um modelo da Austec.
Apesar de possuir uma boa lista de novos modelos, a BAI ainda espera substituir a picape pequena Arisun e fabricar um sedã um pouco menor que o Viaggio para ocupar o espaço do Runna. Além disso, a empresa também pretende vender uma picape média, um segmento em ascensão e bastante lucrativo. Nesse caso, existe uma negociação bastante avançada com a fabricante chinesa SG Auto (Huanghai) com relação à compra da licença para a montagem da picape N2 em CKD estampando a marca Austec. A Huanghai já licencia a fabricação da mesma picape para o grupo iraniano Azar Motor Industial (dona da marca AMICO), que a comercializa com pequenas diferenças sob o nome Asena. Essa picape é vendida com motores Isuzu e Mitsubishi, que seriam substituídos pelos motores Austec.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Caminhões finlandeses Sisu chegam ao mercado austiriano em 2019.

A OGW Motors, companhia austiriana representante das marcas automotivas chinesas Great Wall, Haval e WEY, lançará uma nova empresa que será responsável pela importação, distribuição e prestação de serviços de manutenção e pós-venda da pequena fabricante de caminhões finlandesa Oy Sisu Auto Ab. A Sisu Trucks Iskelabria, como será denominada a nova filial, entrará em operação a partir de outubro deste ano e comercializará os caminhões finlandeses apenas sob encomenda, sendo que as primeiras unidades deverão ser entregues a partir do primeiro trimestre de 2019. 

Inicialmente, a Sisu Trucks atenderá apenas ao mercado austiriano e contará com uma única loja showroom na capital Belgran. A partir do segundo semestre do ano, a empresa passará a contar com o mesmo tipo de loja na Cambrígia, em Cayans, na Ambrégia e na Letávia, sempre sediada nas capitais ou, no caso da Cambrígia, com uma sucursal em Brememburgo. Os modelos escolhidos pela empresa são os da linha Polar. A OGW espera vender 60 caminhões no primeiro ano de atuação. Não há previsão de entrar em mercados menores da região.

Caminhão finlandês Sisu da linha Polar: modelo foi desenvolvido com componentes mecânicos fornecidos pela alemã Daimler.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Disauto inicia importação dos caminhões Daewoo e traz novos modelos TATA.

A TATA  Auto Iskelabria, empresa criada pela Disauto para importar e distribuir alguns modelos da marca indiana TATA no sub-continente iskelábrico, irá trazer mais três veículos compactos nos próximos meses. Com um número de vendas bem acima do esperado, a empresa decidiu importar também os modelos Bolt, Zest e o pequeno crossover Nexon, sempre em apenas uma versão e com pacote completo de equipamentos. Os preços ainda não foram divulgados.

TATA Bolt
TATA Zest na versão "Premio"
TATA Nexon
TATA Nexon

Além das novidades em automóveis, a TATA ainda trará da Índia os seus pequenos caminhões da linha Ace, assim como os modelos da linha leve Ultra a partir de outubro deste ano, aproveitando a alta consistente nas vendas do segmento, principalmente em importantes mercados, como a Austíria e Cayans. A linha de caminhões ficará a cargo da nova divisão TATA Trucks Iskelabria.

Pequeno caminhão urbano TATA da linha Ace.
Pequeno caminhão urbano TATA da linha Ace.
Caminhões TATA da linha leve Ultra.


TATA Daewoo

Além dos caminhões pequenos da TATA, a Disauto também anunciou oficialmente a chegada da sulcoreana TATA Daewoo, também de propriedade da TATA, que venderá os caminhões médios e pesados da marca Daewoo, produzidos na Coreia do Sul. A TATA Daewoo é a segunda maior fabricante de caminhões pesados do país. A empresa comercializará vários modelos da linha Prima sob a marca Daewoo também sob a tutela da TATA Trucks Iskelabria. As vendas começarão em setembro deste ano.

Caminhões pesados da linha Prima, da TATA Daewoo, produzidos na Coreia do Sul.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Surgimento da LATINEXT Bours deve desencadear forte consolidação.

A fusão que deu origem ao grupo LATINEXT Bours, Holdings no último dia 23 iniciou uma série de especulações e movimentações no setor bursátil regional. De acordo com algumas fontes do mercado, o LSX Group, operador da Bolsa de Lexcen, esteve negociando no ano passado a aquisição de duas das três bolsas que deram origem ao LATINEXT. O insucesso do LSX deveu-se à divergência dos valores. O WHSX Group, que controla as bolsas de Welsfort e de Humpton também cogitou realizar uma aquisição. Comenta-se que o alvo era a Skambria Stock Exchange e que o valor do negócio também não era interessante para o vendedor.

Agora, a aposta é de maior agressividade por parte dos grandes grupos. O LSX Group, que além da Bolsa de Lexcen também controla o Messe Bourse, pode estar preparando uma oferta em dinheiro pelo BSX Holdings, controlador do Belgran Bourse, terceira maior bolsa em receitas da Iskelábria. Já o WHSX cogita uma fusão com o Asland SE Group, que controla a Asland Stock Exchange, o que formaria o maior grupo do setor. Além disso, alguns analistas avaliam que as operadoras das bolsas de Auburn e Aldrins também podem estar negociando uma associação com o Asland SE, uma vez que as três bolsas já mantém uma parceria tecnológica e uma pequena participação acionária cruzada entre si. Outro dado relevante é o recente interesse da ASX Ambregians, dona da Aldrins Stock Exchange, em abrir uma bolsa em Brickell, capital das Ilhas Skandvik.

Seja qual for o resultado, todos concordam que uma consolidação dos grupos bursáteis fortalecerão e modernizarão ainda mais a economia da região.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Bolsas de valores se unem e formam um novo grupo multinacional.

Logotipo da LATINEXT Bours, Holdings
As companhias administradoras das bolsas de valores da Skambria, de Astoria (capital da Amerígia) e de Hen-Dai anunciaram uma fusão para a criação de uma nova holding de capital aberto destinada a controlar as três entidades e também de uma nova empresa que será responsável pela prestação de serviços de compensação e liquidação de ordens, além de custódia de ativos, entre outros serviços correlatos, que hoje são realizados pelos respectivos departamentos internos da cada bolsa.. A fusão deverá ser concluída em até cinco meses. Os termos detalhados e os valores da transação ainda não foram revelados.

A SKSX Holdings, que administra a Skambria Stock Exchange, a AmerX Corp, dona da Astoria Stock Exchange, e a Islex Corp, controladora da Hen-Dai Stock Exchange, se unirão para criar a LATINEXT Bours, Holdings. A fusão também dará origem à Clearex, uma clearing house independente das três bolsas, mas sob controle direto da holding, que ficará responsável por todos os serviços de registro, compensação e liquidação de ordens, custódia de todas as classes de ativos, câmara de pagamentos e central depositária de títulos privados de renda fixa, entre outros, tendo como principal concorrente na região a Capital Clearings Group. A LATINEXT Bours será controlada majoritariamente pelos acionistas da SKSX, mas a proporção das posições de cada grupo ainda não foi divulgada.

Clearex será a nova clearing do grupo.
Em 2017, a soma das receitas das três bolsas foi de US$ 424 milhões, com lucro líquido de US$ 231 milhões. A bolsa skambriana é responsável por metade dos negócios. A capitalização bursátil somada chegou a US$ 386 bilhões e o número de empresas listadas era de 1151. Para efeito de comparação, a Lexcen Stock Exchange (Bolsa de Valores de Lexcen) sozinha possui receitas de US$ 1 bilhão anuais, lucrou de US$ 418 milhões e capitalização de US$ 1,98 trilhão, com 1385 empresas listadas. A LATINEXT Bours, Holdings e a Clearex ficarão sediadas na Skambria.

Bank Uno e Newbank são vendidos ao Swedbank por US$ 600 milhões

Agência do Swedbank nas Ilhas Skandvik
O Swedbank AB, um dos principais grupos bancários da Escandinávia, anunciou a compra dos bancos cayaneses Bank Uno e Newbank por cerca de US$ 600 milhões, marcando a sua entrada no lucrativo setor financeiro das Ilhas Cayans. A operação ocorre logo após a fusão multibilionária entre o bancos locais Stadbank e Veinzbank - que deu origem ao VSB Group - e à aquisição do Extra Crédit por quase US$ 800 milhões pelo francês Société Générale, ambos ainda neste mês de julho. Com esse negócio, o banco com sede em Estocolmo passa atuar num segundo país iskelábrico, uma vez que já atua nas Ilhas Skandvik, onde é o vice-líder de mercado atrás apenas do Skandvikbanken.

O Newbank é o vigésimo maior banco local em ativos, possui 93,6 mil clientes, 24 agências e é controlado pelo grupo segurador Angleria Sarrià Besaya Insurance Group (ASBI Group). Já o Bank Uno, controlado pelo National Corp Investments, está na vigésima sexta posição em ativos, possui 85,1 mil clientes e o mesmo número de agências do Newbank.

Pelo acordo celebrado entre as partes, o Swedbank pagará pelas ações do Newbank a quantia de US$ 356,2 milhões, majoritariamente nas mãos do grupo controlador, enquanto que, pelas ações do Bank Uno, o valor será de US$ 247,7 milhões, perfazendo um total de US$ 603,9 milhões.

Concretizadas as aquisições, o banco sueco trabalhará para fusionar as duas entidades numa só sob a marca Swedbank. Com isso, o novo banco nascerá com cerca de US$ 6,5 bilhões em ativos e US$ 473 milhões em patrimônio líquido, estreando na décima sétima posição no ranking. A previsão é de que todo o processo esteja concluído até o final do ano. O Swedbank estima ganhos anuais próximos a US$ 20 milhões em sinergias.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Após Menlo Watters, mais seis bancos iniciam operações nas Ilhas Skandvik.

Vista parcial de Brickell, capital das ricas Ilhas Skandvik: com quase 255 mil habitantes, a economia do país cresce mais de 6,5% ao ano desde 2010.

Com uma população de apenas 254,5 mil habitantes, mas com elevados US$ 48,6 mil de PIB per capita (PIB PPC), as Ilhas Skandvik são o país com o menor número de bancos entre todos os países membros da Grã-Iskelábria: apenas sete, já incluindo o recém chegado Menlo Watters. No entanto, a situação está mudando num dos países mais isolados do mundo.

Com a tão esperada desregulamentação do setor bancário/financeiro entrando em vigor este ano, vários grupos financeiros regionais já anunciaram a intenção de abrir filiais no arquipélago ao longo do ano corrente. O primeiro deles foi o grupo austiriano WBB Banking Group, majoritariamente controlado pelo governo da Austíria, logo seguido pelo seu conterrâneo Phipsi Banking Group, também tendo o governo austiriano como o seu principal acionista. Embora ambos sejam gigantes dentro do país de origem (possuem mais de US$ 200 bilhões em ativos cada um), ainda são irrelevantes internacionalmente, com pequenas unidades e poucas agências na vizinhança. Tanto o WBB, quanto o Phipsi pretendem investir aproximadamente US$ 25 milhões cada no país.

Já os franceses do Société Générale, muito maior que os dois bancos acima somados (possui €1,3 trilhão em ativos), planeja abrir cinco agências este ano e focar no público de alta renda, estrato social de maior crescimento nas ilhas, além de conquistar uma fatia do vibrante mercado empresarial. O banco, que ainda não divulgou o valor do investimento, recentemente fechou a compra do Extra Credit nas Ilhas Cayans por quase US$ 800 milhões.

Bem mais modesto, o National Mercantile Bank (NMB Financial Group) também pretende atuar no mesmo segmento que o grupo francês, porém com uma rede de apenas três agências e investimentos de US$ 35 milhões. O banco brístio possui US$ 39 bilhões em ativos, mais da metade oriundos de fora do país de origem. O governo brístio ainda possui 9,9% do NMB.

O QNB Group, instituição bancária controlada em 50% pelo fundo soberano do Qatar e que em maio deste ano investiu US$ 3 bilhões para entrar no capital do NatBank Holdings, também anunciou a abertura da sua primeira agência nas Ilhas Skandvik. Sem revelar ainda o montante que deseja investir no país, o QNB pretende atuar em todos os segmentos do mercado bancário local.

E por último, o Südbank Holdings, que é o maior grupo financeiro da pequena e rica Breukelen - país insular de apenas 88 mil habitantes que faz parte das Ilhas Antilhas Meridionais, no Atlântico Sul - também está desembarcando nas gélidas Ilhas Skandvik. Com aporte inicial de US$ 15 milhões, o Südbank abrirá três agências nas principais cidades do país, focando nos segmentos de renda média e alta, além do empresarial. O grupo breukeliano possui mais de US$ 24 bilhões em ativos nos cinco países onde já atua e lucrou de US$ 272 milhões em 2017.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Société Générale compra Extra Credit por US$ 796 milhões.

Poucos dias após a fusão que deu origem ao maior banco cayanês, o banco francês Société Générale (SocGen) anunciou que está comprando o Extra Credit por US$ 796 milhões, avançando bastante no ranking dos maiores bancos das Ilhas Cayans. A transação se dará através da sua pequena filial cayanesa e deverá ser paga a vista. O vendedor, a Pool Investments, usará esses recursos para financiar o seu crescimento no setor industrial e varejista. A Pool é uma firma que gere recursos de mais de 400 mil investidores.

O Extra Credit é o 14º maior banco local com ativos de US$ 9,9 bilhões, enquanto que a filial local do SocGen é o 38º no mesmo ranking, com ativos de US$ 1,3 bilhão. A previsão é que o negócio esteja concluído até o final do ano, quando as duas instituições serão unificadas sob a mesma marca, que ainda não foi definida.

A aquisição ocorre ao mesmo tempo em que o banco francês busca um comprador para a sua filial polonesa, o Eurobank. O Société Générale é o terceiro maior banco da França, com operações bancárias em dezenas de países, somando ativos de €1,275 trilhões em 2017.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fusão bilionária entre Stadbank e Veinzbank cria novo gigante bancário nas Ilhas Cayans.

Agência do Veinzbank: novo banco será o maior das Ilhas Cayans.
Os bancos Stadbank e Veinzbank , respectivamente o quinto e o sexto maiores das Ilhas Cayans, anunciaram hoje pela manhã (05) uma fusão que criará o maior banco do país em ativos, patrimônio, depósitos, crédito, FPO (previdência oficial compulsória), AUM (administração de ativos de terceiros) e receitas. Combinados, os dois bancos ainda deverão ter os maiores lucros do setor, além da maior base de clientes e a terceira maior rede de agências, muito próximo do Midlands.

A transação avaliou o Stadbank em US$ 15,98 bilhões e o Veinzbank em US$ 13,62 bilhões, movimentando US$ 29,6 bilhões, o que transformará o novo banco no maior do país em valor de mercado. Espera-se que, com os ganhos de escala e demais sinergias, esse valor chegue a US$ 40 bilhões até 2019.

VSB GROUP E A CONCENTRAÇÃO DE MERCADO

Os primeiros estudos sobre a possibilidade de fusão partiram do Veinzbank logo após a criação do segundo maior banco local, o Banque Unior, em fevereiro de 2014, também surgido a partir de uma grande transação. Até então, o setor bancário cayanês possuía oito grandes bancos que concentravam 88% dos ativos do país - atualmente são sete, com 90% de concentração. Todos eles de capital nacional. O RBC (Royal Bank of Cayans) chegou a oferecer uma proposta de aquisição do Stadbank, que logo foi recusada, e o Midlands cogitou adquirir uma participação do estatal C & S Bank, o menor entre os grandes, mas não foi adiante.

A fusão anunciada hoje, que cria o VSB Group, deverá forçar os demais bancos do chamado G7 a buscarem novas estratégias de crescimento via aquisições ou fusões, dadas as dimensões do novo player do setor. Na bolsa de Asland, além da forte alta das ações do Stadbank e do Veinzbank (entre 3,5% e 4,2%), subiam forte os papéis do C & S (5%), do RBC (2,8%) e do Banque Unior (2,2%), uma vez que esses são os mais prováveis protagonistas de novas movimentações de concentração bancária no curto prazo. Alguns analistas avaliam que exista uma grande probabilidade do RBC lançar uma oferta sobre o C & S, uma vez que ele já possui um pouco mais de 3% desse banco e vem aumentando paulatinamente essa participação.

INTERNACIONALIZAÇÃO

Ao contrário do Banque Unior, que desde a sua formação havia expressado interesse pelo mercado austiriano, mas nunca tenha entrado nesse país (possui apenas duas incipientes filiais na Ambrégia e na Amerígia), a nova equipe do VSB demostrou uma forte preferência para realização de aquisições no exterior - sem especificar quais mercados - em detrimento do crescimento interno (orgânico ou não), já bastante concentrado e com ativos cada vez mais caros.

O novo VSB Group nascerá líder em todos os índices financeiros no setor, estimulando novas movimentações de concentração bancária nas Ilhas Cayans.

terça-feira, 12 de junho de 2018

BAI comprará a parte que não possui na IKCO Motors para lançar marca própria.

O grupo industrial austiriano Belgran Atlantic Industries (BAI) anunciou a compra da fatia detida pela Iran Khodro Company na joint-venture IKCO Motors por US$ 38 milhões. A companhia iraniana possuía 49,9% da IKCO, que foi formada em 2013 para a importação e fabricação dos modelos Denna e Runna e a BAI detinha o restante. Em 2015, a IKCO passou a montar a picape Arisun. A unidade fabril da empresa continuará a fabricar os três veículos até dezembro deste ano, quando passará por uma modernização para a fabricação sob licença de modelos de outras marcas que ainda serão anunciadas. No total, a fábrica produziu 27.831 unidades entre dezembro de 2014 e dezembro de 2017, sendo 11.330 apenas no ano passado. Para este ano, a estimativa de produção é de 12.500 carros.

Com a aquisição, a parceria entre as duas empresas será desfeita, mas a Iran Khodro continuará fornecendo peças de reposição a partir da matriz. A BAI decidiu encerrar a joint-venture pela baixa rentabilidade da operação, que precisa vender seus produtos a preços bem mais baixos que seus concorrentes mais modernos. Além disso, a parceira iraniana não tem planos imediatos de lançar novos modelos mais sofisticados. Assim, o grupo austiriano decidiu adquirir a parte dela e fabricar modelos mais novos sob licença de terceiros.

Os planos da BAI com relação à sua nova fábrica de motores Austec não serão afetados com a decisão.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

QNB Group compra participação do NatBank Holdings.

QNB Group: maior grupo financeiro do Oriente Médio com US$ 229 bilhões em ativos.
O grupo financeiro qatari QNB Group anunciou a compra de 15% do capital da NBIH - NatBank International Holdings - holding brístia controladora das operações internacionais do NatBank. A NBIH era até então controlada em partes iguais pelas holdings NBA e NBI. Estas, por sua vez controlam as operações amerigiana e austraniana do NatBank, com 30% cada uma em cada operação. Os demais 40% dessas filiais estão cotadas em bolsas de valores. O montante chega a US$ 3 bilhões e se dará por meio de uma injeção de capital. O fundo soberano da Amerígia (Amerigia Financial Investments - AmFin) e os fundos Hen-Dai Public Investments, Berklan Fund Administration e Sidonia Public Investments - remanescentes do antigo governo islami - controlam o NBA e o NBI.

REESTRUTURAÇÃO

Com este negócio, haverá uma reestruturação societária dentro do NatBank Holdings. O NBIH incorporará as holdings principais NBA e NBI, passando os seus respectivos acionistas (os quatro descritos anteriormente) a controlarem-na diretamente ao lado do QNB Group. O NBIH herdará então a participação total das duas holdings anteriores nas filiais da Amerígia e da Austrânia (60% em cada uma delas), além da integralidade do capital das operações nos outros oito países em que também atua. Posteriormente, quando a reestruturação estiver concluída, o NBIH pretende trocar as ações de que não possui naquelas filiais por suas próprias ações a serem ofertadas nas bolsas locais e de Messe, tornando-se assim a única holding do grupo e controladora integral de todos os bancos da rede.

O QNB GROUP

O QNB Group é o maior grupo financeiro do Oriente Médio, possuindo importantes operações na Turquia (controla o QNB Finansbank A.Squinto maior banco local), no continente africano e no sudeste asiático. Possui US$ 229 bilhões em ativos e está sediado em Doha, no Qatar. É controlado em 50% pelo Qatar Investment Authority, o fundo soberano do país.

NATBANK HOLDINGS

O NatBank Holdings surgiu em setembro de 2010, quando os governos da Amerígia e da antiga Islamia (que atualmente é denominada Austrânia e que deu origem à três cidades-estado independentes: Hen-Dai, Berklan e Sidonia) fundiram os seus bancos estatais nacionais, dando origem à estrutura existente hoje. O grupo encerrou 2017 com US$ 225 bilhões em ativos, US$ 15,5 bilhões de patrimônio, US$ 2,3 bilhões de lucro líquido e operações em 10 países da região, somando quase 2,5 milhões de clientes. O negócio fechado hoje com o QNB valoriza o grupo em US$ 20 bilhões.