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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Grupo belga KBC adquire filial de outro banco britânico em Cayans.


Depois de investir quase US$ 200 milhões em duas aquisições nas Ilhas Cayans, o grupo financeiro belga KBC Group pagará mais US$ 76,5 milhões pela unidade local do banco Barclays. O negócio, que deve ser concluído ainda nesta semana, já foi aprovado pelas entidades reguladoras.

Em fevereiro, o KBC já havia adquirido a filial de outro banco inglês, o HSBC, por US$ 153,8 milhões e em maio foi a vez do belgo-francês Dexia Bank Cayans ser comprado por US$ 42,3 milhões.

O KBC Group NV está liderando a incipiente corrida pela consolidação dos bancos pequenos e médios, aproveitando-se da urgência de seus pares europeus em se desfazer de seus ativos menos importantes ou não estratégicos para adequarem-se às novas normas de regulamentação bancária Basileia III.

A filial cayanesa do Barclays havia sido o 31º maior banco do país em 2011 com US$ 1,16 bilhão em ativos, 5 agências e 16,5 mil clientes. O KBC, através da filial Multibank, era o 36º maior do ranking com US$ 960 milhões em ativos, 12 agências e 36,2 mil clientes. Considerando apenas as duas aquisições anteriores, os belgas estavam entre os 15 maiores bancos do país com mais de US$ 4 bilhões em ativos e com a incorporação do Barclays local deverá fechar o ano com de cerca de US$ 6,5 bilhões em ativos, quase 40 agências e mais de 100 mil clientes, ficando entre os dez maiores bancos de Cayans.

No mundo, o KBC Group fechou o primeiro semestre de 2012 com €286 bilhões em ativos, 9 milhões de clientes e 1.650 agências.

sábado, 6 de outubro de 2012

Governo cayanês conclui fusão bancária e prorroga privatização para 2013.


O Banco Central Cayanês (CBC, Central Bank of Cayans) anunciou a conclusão da fusão dos sete bancos estatais administrados pela Banks Of Cayans, instituição criada pela autarquia em 2010 para este fim.

O novo banco, que será denominado apenas pela marca "C&S Bank", nascerá com ativos totais de US$ 38 bilhões e patrimônio líquido de US$ 2,6 bilhões. Segundo o CBC, esses números o deixarão na sétima e na terceira posição do ranking do setor, respectivamente. Esses dados, referentes ao segundo trimestre deste ano, também revela que o C&S terá cerca de 2,2 milhões de clientes e mais de 1000 agências espalhadas pelo país, ficando entre a quarta e a quinta posição nestes quesitos.

Apesar da fusão, em outros critérios o novo banco ainda ficará longe dos líderes, como no saldo de ativos de terceiros sob administração - AUM - (sétimo lugar com US$ 22 bilhões), depósitos (em sexto com US$ 15,6 bilhões) e crédito (cujos US$ 13,5 bilhões também lhe garantem a sexta colocação).

Os bancos fusionados foram: Asland C & S Bank, Angleria C & S Bank, Surin C & S Bank, Aehengton C & S Bank, Arila C & S Bank, WestCay C & S Bank e o Saint Croix C & S Bank.

A sede do C&S Bank está localizada na capital do país, Asland.

PRIVATIZAÇÃO

A fusão bancária foi o último passo para a privatização do C&S, que está marcada para o segundo semestre de 2013. Até lá, o CBC, através do Banks Of Cayans, que continuará administrando o novo banco, estudará as propostas de investidores interessados na sua aquisição, que poderá custar entre US$ 3 bilhões e US$ 4,5 bilhões.

domingo, 23 de setembro de 2012

Santander reestrutura operações e unidade cambrigiana incorpora todas as filiais iskelábricas.

O grupo bancário espanhol Santander Central Hispano anunciou que a sua filial cambrigiana está absorvendo as demais unidades regionais, incluindo a filial das Ilhas Cayans, para simplificar a sua estrutura administrativa e fiscal e obter economia de custos de aproximadamente US$ 40 milhões anuais.

Posteriormente, a sede regional passará a adotar o nome Santander Central Hispano-Iskelábrico (SCHI) e terá ações listadas na Bolsa de Lexcen, em substituição aos papéis atualmente em circulação. Os acionistas das unidades locais da Nova Zembla e da Norigia também receberão papéis equivalentes da nova instituição em troca dos atuais.

Quando concluída a transação, a unidade cambrigiana responderá diretamente à matriz espanhola e terá uma maior autonomia para desenvolver o negócio bancário na região, incluindo a entrada nos dois países que ainda não está presente, notadamente Bristia e Amerigia.

Em 2011, o Santander tinha US$ 100,4 bilhões em ativos na região (72% apenas na Cambrigia), sendo o maior grupo financeiro de capital internacional na Iskelábria e um dos maiores da região. Os lucros somaram US$ 834,7 milhões, com a filial cambrigiana (o quinto maior banco local) respondendo por 70% dos resultados.

BBVA

Além do Santander, outro banco espanhol também está enxugando a sua estrutura e simplificando as suas operações. No entanto, ao contrário do concorrente, o grupo BBVA concentrará seus negócios bancários na região em três holdings: uma com sede na Cambrigia (o BBVA Ameris Holdings) e que controlará as filiais da Norigia e da Nova Zembla, outra sediada na Skambria, o BBVA Isklands, que ficará responsável por entrar nos mercados letavo e ambregiano, além de absorver a filial cayanesa e o BBVA Bristlands (ex-BBVA Ameris Islamia), cuja sede será mantida na Islamia e que administrará as novas operações abertas na Amerigia, Bristia e Austiria.

Em 2011, o BBVA tinha ativos de US$ 50,8 bilhões nos seis países da região e em Cayans, sendo metade disso na Cambrigia e assim como o Santander, também espera concluir a reestruturação até o final de 2013.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Atlantis compra quatro bancos e assume a liderança entre os privados na Austíria.

O Atlantis Bank, maior banco cambrigiano em todos os critérios e o segundo maior da região iskelábrica atrás do norigiano Banque Bers, anunciou neste fim de semana que concretizou o acordo para adquirir de uma só vez quatro bancos austirianos pelo valor total de US$ 2,5 bilhões em dinheiro.

A aquisição, embora não tenha sido exatamente uma surpresa para o mercado, uma vez que diversos rumores apontavam para algo nesta direção, causou frisson pela forma como foi realizada. As apostas indicavam que o Atlantis, controlado pelo grupo financeiro Bancorp, entraria na Austíria através de parcerias com três dos bancos adquiridos, excetuando-se o Bankass, que também mantinha conversas com outros grupos estrangeiros.

OS BANCOS

Além do Bankass, os outros bancos adquiridos foram o Bank Austirian, o Natione Bank e o Austicredit, respectivamente 11º, 13º, 17º e 18º colocados no ranking de ativos entre os bancos na Austíria. O Bank Austirian era o único ligado a um grupo econômico de grande porte, o Noria Industrial, enquanto os demais eram independentes. A soma dos ativos totais no primeiro semestre de 2012 foi de US$ 40,4 bilhões, do patrimônio líquido US$ 2,4 bilhões, os depósitos atingiram US$ 28,7 bilhões e a soma dos lucros líquidos US$ 356,9 milhões. Além disso, serão 166 agências distribuídas em quase todas as regiões do país e mais de 1 milhão de clientes.

O ATLANTIS BANK

O Atlantis Bank é o maior banco cambrigiano em vários critérios de pesquisa, incluindo o de valor de mercado, que atualmente é de US$ 38 bilhões (embora neste caso frequentemente seja ultrapassado pelo banco Warhaftig). É controlado pela holding Bancorp, que também controla o maior e mais lucrativo grupo segurador da região, o Morlen Sifra e está sediado em Atlantis, no estado de Helxfort. Possui mais de US$ 180 bilhões em ativos nos cinco países da região em que atua e quase US$ 10 bilhões em patrimônio líquido. Também soma mais de 4,5 milhões de clientes e cerca de 900 agências na região.

AUSTÍRIA

Os planos do Atlantis Bank para a Austíria são bastante ambiciosos, assim como os de vários outros bancos que estão desembarcando no país e apesar de comprar quatro bancos numa só tacada, a sua rede bancária local ficará com alguns espaços que deverão ser preenchidos. Os bancos adquiridos possuíam atuação bastante localizada em seus estados de origem, que variava de 60% a 80% do total de negócios de cada um. Isso significa que o banco cambrigiano terá de investir intensivamente nos demais estados para obter um crescimento sustentável mais uniforme.

Além da capital Belgran, que não pertence a nenhum estado, o Atlantis Bank terá uma boa presença nos estados de Noria, Winsfolk e Marotvia, sendo este último um dos menos desenvolvidos do país.

FUTURO

As quatro aquisições do Atlantis Bank deverão ser aprovadas sem problemas e com relativa rapidez pelas autoridades regulatórias, uma vez que a instituição já possuía autorização para atuar no país e a fusão dos bancos comprados não comprometerá a integridade do sistema financeiro local, além de colaborar para promover um ambiente de concorrência mais saudável e desenvolver e ofertar produtos e serviços mais sofisticados.

O banco pretende concluir a aquisição antes do final do ano, para que até meados do segundo trimestre de 2013 todos os bancos estejam operando sob a marca Atlantis Bank.

sábado, 15 de setembro de 2012

Banco amerigiano anuncia aquisição do Austibank.


O Welston Bank, segundo maior banco da Amerígia, fechou o acordo para comprar o Austibank, décimo-sétimo maior banco da Austíria em ativos por US$ 560 milhões em dinheiro e ações.

Com o negócio, o grupo austiriano Corporia Ltd, controlador do Austibank, deverá ficar com uma participação acionária de cerca de 20% do Welston Financial Holdings (WFH), que é o principal acionista do Welston Bank.

O banco amerigiano, que já tinha uma pequena filial austiriana com uma rede de 12 agências agora somará mais 37 unidades. A previsão para o ano seguinte é fechar 2013 com 100 agências no país vizinho.

A transação deverá ser concluída até dezembro, quando as agências do Austibank deverão mudar a marca e o layout para o padrão do grupo adquirente.

sábado, 18 de agosto de 2012

Power Climatic rejeita proposta de aquisição pelo Envista Holdings.


O grupo cambregiano Power Climatic, especializado em soluções de energia e climatização temporárias, rejeitou definitivamente a proposta de aquisição oferecida pelo grupo ambregiano Envista Holdings.

A oferta de US$ 350 milhões foi considerada muito baixa e incondizente com a posição de vanguarda e liderança absoluta do segmento, conforme a nota divulgada pela empresa.

O Power Climatic já havia sido sondado pelo Envista no ano passado e também pela escocesa Agrekko, líder mundial do setor com receitas anuais de £ 1,4 bilhão.

A COMPANHIA

O Power Climatic é líder regional em soluções de energia e climatização temporárias, oferecendo serviços de locação de equipamentos como geradores (a gás ou a diesel), bancos de carga, aquecedores, condicionadores de ar e sistemas refrigeradores para empresas de diversos setores, tais como mineradoras, empresas de óleo e gás, concessionárias de energia, construtoras, entretenimento e eventos, dentre outros.

Embora desenvolva os seus próprios equipamentos, a produção fica a cargo da Celx Electric, que possui uma pequena participação em sua composição acionária e é uma das maiores divisões do grupo Celx.

O Power Climatic detém cerca de 75% do segmento em que atua no mercado iskelábrico e está passando por um intenso processo de internacionalização. A receita líquida em 2011 foi de US$ 341 milhões.

domingo, 12 de agosto de 2012

Bank Premier inaugura amanhã 50 agências na Austíria.

O Group Bank Premier irá inaugurar amanhã suas primeiras 50 agências na Austíria. O investimento total de US$ 300 milhões também inclui 16 agências na Amerígia, 9 na Islamia e 5 em Bristia. Para o ano que vem, a expectativa é de investir mais US$ 500 milhões nos quatro países para expandir fortemente a rede bancária regional.

O grupo tem capital exclusivamente austiriano e pretende focar o segmento de renda média e alta, além do "middle market". Segundo a instituição, a incursão em outros países está, por ora, descartada. A sede do Bank Premier está localizado na cidade austiriana de Eslovijia.

O Group Bank Premier foi fundado em maio deste ano pelo financista Francis McGonagall, que já foi presidente do Banco Central Austiriano nos anos de 1980.

domingo, 15 de julho de 2012

UniCorp e Sonora Media unem operadoras e criam player regional de telecom.

Um dos negócios mais especulados e aguardados nos últimos tempos acaba de ser oficializado. O grupo de mídia e telefonia ambregiana UniCorp Communications vai unir suas unidades de telecomunicações com as de sua congênere letava Sonora Media Corporation (SMC), dando origem a um dos maiores players regionais do setor. O anúncio se deu duas semanas após o consórcio formado pelos dois grupos vencer a disputa para entrar no mercado brístio de telefonia e internet.

Pelo acordo, as operadoras de telefonia fixa, móvel, internet e TV por assinatura, além das empresas de contact center detidas pelos dois grupos serão repassados para uma nova holding a ser constituída. Esta, por sua vez, será controlada pela holding Uníssono, criada apenas com este propósito. Cada uma terá 50% das ações desta holding. Tanto a Uníssono, quanto a nova holding terão sede no território brístio, não só por questões fiscais, mas também política.

O negócio fará surgir uma companhia com receitas anuais de US$ 8 bilhões e lucro líquido de US$ 1 bilhão (dados de 2011). O número de clientes se aproxima dos 10 milhões apenas nos dois países em que atuam.

VIRGIN MOBILE

Um dos pontos que mais chamaram a atenção foi a divulgação do contrato com a britânica Virgin Mobile para a utilização de sua marca na divisão de celulares do novo grupo. Pelos termos do acordo, a nova operadora pagará 1% da receita líquida anual a título de royalties para a empresa europeia em troca da exclusividade do uso da marca em todos os países da região.

A Virgin Mobile possui mais de 15 milhões de usuários em vários países como Austrália, Canadá, França, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. Recentemente entrou na América Latina com a abertura de uma filial no Chile. A Virgin Mobile é conhecida por atuar como Operadora Móvel Virtual (MVNO) e possuir diferentes acordos para atuar em cada país. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela vendeu a sua parte na joint venture criada em 2001 para  a sua parceira Sprint Nextel e hoje apenas empresta sua marca ao antigo sócio americano.

MARCAS

Além da Virgin Mobile, a Vodafone e a Orange também foram cogitadas para emprestar suas marcas, entretanto, as conversas foram infrutíferas, já que ambas desejavam ter uma participação acionária importante na nova empresa, o que não foi aceito pelos sócios locais.
Na área de telefonia fixa, a marca Tellam, utilizada pelo UniCorp na Ambrégia, substituirá a LTEL usada na Letávia pelo Sonora Media Corporation e será usada em todos os mercados onde a nova corporação pretender atuar. Este também será o nome da nova holding que será controlada pela Uníssono e que terá sede na Bristia.

As demais empresas dos grupo manterão a mesma marca temporariamente.

Novo Grupo Tellam
(Ambregia)
Receita Líquida
(em US$ milhões)
Clientes
(milhares)
Partic. de Mercado
(%)
Posição
  Tellam (tel. fixa) 3.238,6 2.102,9 63,02
  White Mobiles (tel. móvel) 977,7 1.956,3 22,32
  Classcom (contact center) 286,9 n.a. n.a.
  UniSatel (TV por assinatura, DTH) 109,7 178,5 11,36
  UniSatel (ISP) 69,9 143,6 7,93
  Dados Referentes a 2011. Fonte: Empresas
Novo Grupo Tellam
(Letavia)
Receita Líquida
(em US$ milhões)
Clientes
(milhares)
Partic. de Mercado
(%)
Posição
  LTEL (tel. fixa) 582,8 732,0 15,71
  LTCel (tel. móvel) 2.486,5 4.196,3 31,34
  LCC Services (contact center) 248,3 n.a. n.a.
  LTEL Internet (ISP) 162,8 311,1 13,29
  Dados Referentes a 2011. Fonte: Empresas

sábado, 30 de junho de 2012

Leilão de privatização das telecomunicações do governo brístio tem arrecadação acima do esperado.

A AFC, entidade sob a qual o governo brístio administrava as telecomunicações no país, encerrou o leilão de privatização das telecoms com arrecadação de US$ 1,139 bilhão, 136,13% acima da previsão inicial.

O maior valor foi alcançado pela venda da recém criada Bristia Telecom, empresa que será responsável por toda a infraestrutura do sistema no país. O valor inicial de US$ 56 milhões subiu 236,6%. A companhia foi disputada pela companhia amerigiana Atlantic Telecom, por um consórcio de investidores austirianos e pela neozemblesa EMMEX Telecommia, grupo de telecomunicações com receitas de quase US$ 5 bilhões, que acabou arrematando-a por US$ 188,5 milhões. A EMMEX já opera a infraestrutura da ilha de San Blás, na Cambrígia.

Logo em seguida, o grupo Um Mundo Telecom (UMT) e o consórcio formado pelos grupos Sonora Media Corporation e UniCorp, respectivamente da Letávia e da Ambrégia, arremataram as licenças para operarem a telefonia fixa, além das licenças para atuarem em telefonia móvel e banda larga, confirmando o favoritismo inicial. A primeira desenbolsará um total de US$ 281,4 milhões (pelas licenças TFA, TMA e BB1) e o consórcio letavo-ambregiano US$ 286,2 milhões (pelas licenças TFB, TMB e BB2). A soma de US$ 567,6 milhões é 131,6% superior ao valor inicial do leilão. Para o segmento de telefonia fixa concorreram também os grupos Amistel e Quantech.

A terceira licença de telefonia móvel (TMC) ficou com a TOM Communications, grupo letavo de telefonia controlado pelo Onyx Group, da Skambria. Por ela a TOM pagou US$ 126,2 milhões, ágio de 76,6% sobre o valor original. Também disputaram um grupo de investidores austirianos e o Invergroup, da Norígia.

Com relação às duas licenças para provimento de acesso à internet por banda larga (BB3 e BB4), as arrematantes foram os grupos Double Cable e Quantech. Cada uma desembolsará US$ 36,5 milhões e US$ 34,2 milhões, respectivamente. O ágio somado foi de 41,4% sobre os US$ 50 milhões do valor original.

No leilão seguinte das licenças de TV a cabo (TV1 e TV2), as duas companhias duelaram com as favoritas UMT e o consórcio letavo-ambregiano até vencê-las, elevando o valor base somado de US$ 60 milhões para salgados US$ 186,4 milhões, uma alta de 210,66%. A Double Cable pagará US$ 87,4 milhões e o Quantech US$ 99 milhões.

O total arrecadado pela AFC, que será extinta e dará origem ao braço local da Comissão Iskelábrica para Telecomunicações (ICT na sigla em inglês), foi de US$ 1.139,4 milhões, uma alta expressiva de 136,13% sobre o valor inicial de US$ 482,53 milhões.

Os grupos vencedores deverão efetuar os depósitos num prazo de 30 dias e a partir de então poderão disputar cada cliente da atual AFC.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Endividada, cimenteira austiriana Ontara é vendida ao Cimcorp.


A fabricante austiriana de cimentos Ontara foi vendida hoje ao Cimcorp, maior grupo cimenteiro da Ambrégia, por US$ 326,1 milhões mais dívidas.

A Ontara é a segunda maior companhia do segmento da Austíria, com uma produção que chegou a 5,87 milhões de toneladas em 2011, contra 7,59 milhões da líder Karpatran. No mesmo período, o Cimcorp produziu 11,56 milhões de toneladas na Ambrégia. Este grupo é controlado pelo Envista Holdings.

As negociações começaram em sigilo já no terceiro trimeste de 2011, quando a Ontara anunciou que seus lucros estariam sendo corroídos pela sua crescente dívida originada pela construção de sua nova fábrica na Isvanijia, cidade onde está sediada. Atualmente, todo o setor cimenteiro austiriano está sendo fortemente pressionado a abandonar suas obsoletas unidades de produção, altamente poluidoras. Além disso, o país tem poucas reservas de calcário disponíveis.

A nova fábrica da Ontara, que já consumiu cerca de 70% dos US$ 600 milhões previstos, estava sob risco de atraso para sua inauguração, inicialmente programada para dezembro deste ano. Ela deverá ser uma das mais modernas e eficientes do mundo.

A capacidade de produção da unidade será de 3,5 milhões de toneladas anuais, menos da metade da capacidade da fábrica atual, que terá de ser desativada. A diferença será fornecida pela filial ambregiana da Cimcorp, que assim compensará a fraca demanda de outros países importadores trocando-a pelo crescente mercado austiriano. 

Com o negócio realizado hoje, o Cimcorp deverá aportar US$ 150 milhões no capital da empresa para liquidação de algumas dívidas pendentes e antecipação do cronograma. O custo total da aquisição da Ontara pela Cimcorp deverá ser bem alto, algo em torno de US$ 650 milhões incluindo as dívidas, porém ele deverá ser compensado pela importante posição de mercado da empresa e pela ótima imagem da marca Ontara no setor.

GIGANTE

A aquisição da Ontara fará do Cimcorp o maior grupo cimenteiro da região, com produção somada em 2011 de 17,43 milhões de toneladas, ultrapassando o grupo Donkya, que produziu 16,26 milhões. Um pouco mais distante aparece o Cimensa, do grupo Aspralco, que produziu 11,84 milhões de toneladas no mesmo período.