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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Skandvikbanken compra ativos da AIG por US$ 60 milhões.

O banco estatal Skandvikbanken e o grupo segurador americano AIG Group anunciaram em conjunto que entraram em acordo para a venda de 51% da seguradora AIG Skandvikbanken e de outros 51% da administradora de fundos de pensão (AFP) AIG Skandvikpension Funds, atualmente controladas pela AIG para o banco escandivíquio. O valor acertado ficou em US$ 60 milhões pelas duas participações e deverá ser pago em três parcelas anuais, sendo que a primeira, de US$ 30 milhões, será paga ainda este mês.

A transação dará controle total sobre as duas unidades ao Skandvikbanken, sendo que a AFP deverá ser integralmente incorporada ao banco estatal, sendo então extinta quando da finalização deste processo.

A AIG Skandvikbanken fechou 2012 como a maior seguradora e resseguradora das Ilhas Skandvik, somando um volume de negócios de US$ 102 milhões (35,6% do setor) e lucro líquido de US$ 9,87 milhões. Também é a maior em patrimônio líquido com US$ 51 milhões. As outras duas seguradoras são a francesa AXA e a ING Brickell, cujo controle está dividido entre a neerlandesa ING Groep N.V. e o banco local Brickell Credit. O setor segurador do país encerrou o ano com total de prêmios arrecadados de US$ 286 milhões.

Já a AIG Skandvikpension Funds é a maior empresa de AFP do país com saldo em carteira de US$ 1,81 bilhão ou 34,5% do total. Seu lucro líquido em 2012 alcançou US$ 4,03 milhões. Possui 66 mil contribuintes, o que representa 36,5% do total, além de 8 agências de atendimento. Assim como as outras três AFPs do país, será extinta este ano e seus ativos serão incorporados por um banco, neste caso o Skandvikbanken.

O SKANDVIKBANKEN

O Skandvikbanken, segundo maior banco local em ativos e patrimônio tem buscado fortalecer a sua atuação no país com o objetivo de se tornar mais lucrativo que o líder, o Swedbank. A incorporação da administradora de fundos de pensão que mantinha com o grupo AIG não só o fará conquistar este objetivo, como também lhe dará a liderança entre os bancos escandivíquios.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Seguradora Interis nasce da cisão do banco Menlo Watters.

O Menlo Watters Financial Group (MWFG) decidiu separar a sua divisão de seguros que estava totalmente vinculada ao banco Menlo Watters (MWB), numa operação que dará origem à uma das maiores seguradoras da região. Este será o primeiro spin-off do tipo na Iskelábria.

O Menlo Watters Insurance respondia totalmente ao Menlo Watters Bank e operava de forma pouco integrada entre as suas unidades regionais. A cisão fará com que a divisão de seguros tenha o mesmo status do banco dentro do MWFG, deixando de ser apenas uma subdivisão de sua filial bancária para se tornar uma nova operação administrada pelo grupo. Como resultado, os atuais acionistas do banco receberão 1,75 ação da nova companhia para cada ação que detinham no MWB.

INTERIS INSURANCES GROUP

A criação da nova companhia, denominada Interis Insurances Group fará surgir um novo player regional no setor, com receitas anuais crescentes - em 2012 somou US$ 5,2 bilhões - e atuação em oito países, sendo lider na Skambria e quinto na Cambrígia, sua segunda maior operação. A empresa também é a quinta maior na Norígia e a quarta no mercado brístio. O lucro líquido da seguradora no mesmo ano totalizou US$ 501 milhões, enquanto que o do banco atingiu US$ 667 milhões.

A nova seguradora, assim como o banco, manterá sua sede na Skambria e continuará operando de forma integrada com o mesmo, entretanto, ao contrário do que ocorria até então, terá maior liberdade para explorar novos mercados em parceria com outras instituições bancárias na região.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Acionistas da Lako aceitam acordo com Galiza.

A maior fabricante iskelábrica de cadeados, a Lako, será incorporada pela cambrigiana Galiza, vice-líder no segmento de maçanetas, fechaduras e puxadores na região, divulgaram hoje os representantes das duas companhias.

Depois de quase um ano de negociação, os acionistas da empresa neozemblesa aceitaram a oferta proposta pela Galiza, que prevê a incorporação total da Lako por uma nova holding denominada Galiza International. Além da Lako, a sua filial de dobradiças e acessórios Metagris, adquirida em 2008, também fará parte do novo grupo.

Embora não tenham informado os valores da transação, os atuais acionistas da Lako ficarão com 36% de participação total na Galiza International, permanecendo o restante sob controle do fundo GLZ, do qual fazem parte vários investidores institucionais locais. O GLZ foi criado em 2002, quando da aquisição da Galiza por parte de vários bancos.

A GALIZA INTERNATIONAL

A criação da Galiza International, que controlará as três companhias envolvidas no acordo, dará origem ao segundo maior grupo do segmento na região, atrás apenas da Assisa e imediatamente à frente da Veridon. As receitas combinadas estimadas para 2012 são de aproximadamente US$ 530 milhões. A sede continuará em Brememburgo, na Cambrigia.

A GALIZA

Atualmente, a Galiza é a segunda maior fabricante de maçanetas, fechaduras e puxadores da região. Possui duas unidades industriais, sendo a principal em Brememburgo, que atende o mercado iskelábrico e a outra na Skambria, voltada para exportação. Foi comprada em 2002 pelo fundo GLZ e desde então passou a investir em design e tecnologia, o que fez da empresa uma grande fornecedora para o mercado de luxo, vendendo seus produtos em mais de 60 países. Faturou US$ 290 milhões em 2011 e para este ano estima-se um aumento de 25% nas receitas.

A LAKO

Fundada em 1983 em Humpton, a Lako lidera as vendas de cadeados na região e tem uma pequena participação em fechaduras e maçanetas, que deverá ser abandonada para cortar custos e se focar na sua linha principal. Contando com uma moderna planta industrial na capital neozemblesa, exporta para quase 30 países e fatura mais de US$ 110 milhões por ano. Beneficia-se por investir cerca de 5% de seu faturamento anual em pesquisa e desenvolvimento, que lhe tem garantido prêmios internacionais de inovação e visibilidade comercial.

A METAGRIS

Também contando com apenas uma fábrica em Humpton, a Metagris foi adquirida em 2008 pela Lako. Produz dobradiças, chaves, fechos, ganchos, prendedores, linguetas para móveis, entre outros acessórios para a indústria moveleira, detendo forte participação de mercado em toda Iskelábria. Estima-se que seu faturamento fique em torno de US$ 35 milhões neste ano. Assim como a Lako, tem reforçado o investimento em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Bank of Mallistrat nega interesse no Skandvikbanken.

O Bank of Mallistrat divulgou nota afirmando que não existe e nem existiu qualquer negociação para a aquisição do segundo maior banco das Ilhas Skandvik. A nota também reafirma que o acordo de cooperação tecnológica e de mercado assinado entre as duas partes este ano não prevê qualquer tipo de movimentação nesse sentido e que a pequena troca de ações realizada entre ambas fora meramente simbólica.

O Bank of Mallistrat é o terceiro maior banco cambrigiano por ativos, patrimônio e depósitos, atrás do Atlantis Bank e do Warhaftig. Possui filiais na Ambrégia, Norigia, Nova Zembla e na Skambria, somando ativos totais de aproximadamente US$ 170 bilhões e 3,6 milhões de clientes. É controlado pelo Mallistrat Group, que também atua no setor imobiliário e seu valor de mercado está em torno de US$ 13,6 bilhões. Tem demostrado interesse em crescer por aquisições e é forte candidato a comprar um dos grandes bancos estatais da Austiria que deverão ser privatizados.

O Skandvikbanken é o segundo maior banco escandivíquio, atrás apenas do sueco Swedbank, embora lidere em clientes e rede de agências. De controle estatal, possui cerca de US$ 2 bilhões em ativos e 108 mil clientes. Divide com a americana AIG o controle da maior seguradora local e da AIG Skandvikpension Funds, a maior administradora de pensões das Ilhas Skandvik. Apesar da crise econômica na Europa, o banco tem estudado a instalação de uma filial no Reino Unido, país onde se concentra grande parte dos imigrantes escandivíquios.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

LT Group comemora crescimento recorde.

O grupo têxtil neozemblês LT Group alcançará o seu primeiro bilhão de dólares em receitas em 2012, podendo atingir cerca de US$ 1,2 bilhão. No ano anterior, o grupo somou vendas de US$ 930 milhões contando com as suas três unidades.

Apesar dos problemas econômicos pelos quais a Europa está passando, o LT deverá continuar com o forte crescimento no volume de negócios, principalmente devido às exportações de seus produtos têxteis.

Estima-se que as companhias Cottex, que reúne várias marcas próprias de vestuário e Cobalt, que fabrica roupas, calçados e artigos esportivos tenham receitas de mais de US$ 300 milhões e US$ 400 milhões, respectivamente, incluindo as vendas para outros países, que estão em franca expansão.

Já a rede de lojas Danska, que revende as marcas do grupo nos suas mais de 500 lojas nos 10 países da região, além de atuar no comércio online, se aproximará dos US$ 500 milhões em vendas. A expectativa para 2013 é de aumento de 20% no faturamento, com a abertura de  suas primeiras lojas na Ásia, África, Estados Unidos e América Latina.

Além dos países iskelábricos, o LT Group exporta seus produtos para mais de 60 países, nos cinco continentes. É controlado por uma holding composta por bancos locais e pelo fundo LTF, de propriedade de seus mais de 30 mil funcionários.

domingo, 23 de dezembro de 2012

NZ Retailers estreia na Norigia com compra da rede Qatar.

O maior grupo varejista neozemblês, o NZ Retailers, anunciará oficialmente nesta segunda-feira, 24, a aquisição da sétima maior rede de supermercados norigiana por US$ 480,14 milhões em dinheiro.

Segundo informações extraoficiais, o pagamento será realizado em duas etapas. A primeira se dará com o depósito de US$ 180,14 milhões a vista e a segunda será o pagamento semestral de seis parcelas de US$ 50 milhões.

A rede Qatar detém aproximadamente 6% do segmento de supermercados na Norigia com uma rede de 46 lojas e receitas anuais de US$ 380 milhões. A liderança local é do grupo Wansoud, que possui mais de 300 supermercados e receitas de US$ 2,5 bilhões anuais, o que lhe dá uma participação de 39,5% (estes dados do Wansoud se referem apenas à sua operação doméstica).

Já o grupo NZ Retailers lidera o seu mercado de origem com 51% do market share e 180 lojas. Também é o sexto colocado na Cambrigia e o segundo na Skambria, somando um total de receitas de US$ 2,5 bilhões anuais, além de mais 120 lojas. Estes dados não incluem outros segmentos em que o grupo atua.


Iskelabrian Airlines terminará 2012 com 85 aeronaves.


A maior companhia aérea da Iskelábria divulgou que encerrará o ano com 85 aeronaves em operação, quinze a mais que um ano antes. A empresa confirmou que ainda mantém 38 pedidos firmes de novos aviões que deverão ser entregues pelos próximos três anos. Destes, cinco unidades são do gigante A380, fabricados pelo consórcio Airbus.

A Iskelabrian Airlines está sediada em Lexcen, na Cambrigia e é a maior companhia do setor com receita anual superior a US$ 3 bilhões. Voa diariamente para os cinco continentes e tem estudado aquisições de companhias europeias e americanas em dificuldades, além de pequenas empresas de países emergentes.

Átis Group e Elix'hir tornam-se uma única companhia após associação.

O grupo de gestão de fretes e serviços pré-pagos neozemblês Átis Group chegou a um acordo com sua congênere skambriana Elix'hir para unirem suas operações numa nova empresa de controle compartilhado, visando conquistar a vice-liderança do setor.

As negociações começaram em agosto, depois da fracassada tentativa de compra da Elix'hir pela francesa Edenred. Na época, a Edenred havia proposto a compra da totalidade do controle da empresa por US$ 16,5 milhões, valor considerado muito baixo pelos acionistas da Elix'hir.

A FUSÃO

Embora o valor do negócio não tenha sido revelado, alguns analistas acreditam que a Elix'hir possa ter sido avaliada em US$ 22 milhões e a Átis em cerca de US$ 40 milhões, o que faria com que a nova empresa tivesse controle majoritariamente neozemblês. No entanto, o capital da mesma será detido em partes iguais pelos atuais controladores das duas companhias, após um aumento de capital pelos sócios skambrianos, de montante não especificado.

A empresa resultante da fusão se chamará Groupe Átis Elix'hir, terá sede fiscal na Skambria e o centro de decisão em Humpton.

AS EMPRESAS

O Átis Group controla cerca de 50% do segmento de gestão de fretes, pagamentos e gastos dos caminhoneiros em seu país de origem e na Norígia. Também tem ganho escala no segmento de cartões pré-pagos para pagamento de benefícios como vales (refeição, alimentação e transportes), salários e gastos de viagens profissionais (transporte, hospedagem e alimentação) competindo com a cambrigiana Serfran e com a Northink, da Norigia. A previsão de receitas para este ano é de US$ 160 milhões.


A Elix'hir tem a liderança no seu país de origem, a Skambria, com mais de 60% do setor. Também atua na gestão de fretes, cartões pré-pagos (de benefícios e vales-presentes e vales-compras) e gastos de viagens profissionais. Além disso, detém 14% do mercado cambrigiano, onde entrou em 2008 e para este ano estima-se que atinja US$ 90 milhões de faturamento.


CONCORRENTES

Entre os principais concorrentes da nova empresa estão a líder Serfran Group, com sede em Mallistrat. Com previsão de receitas superior a US$ 600 milhões para 2012, atua também na Norígia, Nova Zembla, Skambria e na Letávia, em todos os segmentos do setor de pré-pagos de vales e benefícios, além da gestão fretes.

A norigiana Northink lidera no seu país de origem e atua com menos força na Nova Zembla, Cambrígia e na Letávia. Deve faturar US$ 170 milhões neste ano.

Na Ambrégia, a companhia mais importante é a Alcardis, com uma cota de 40% do mercado e receitas estimadas em quase US$ 210 milhões, seguida pela letava easyCards, com cerca de 22% de participação.

Além da Ambrégia, a easyCards também é vice na sua terra natal com share de 28% e receita prevista de US$ 316 milhões, somando os dois países. A liderança nesse caso fica com o QSol Group, dono de 55% da fatia e estimados US$ 393 milhões em receitas. O QSol atua apenas em seu país.

Novo banco inicia operações na região com abertura de 30 agências.


O novo banco regional Wett Bank, cuja matriz fica no distrito brístio de Messe, iniciará suas operações nos quatro países das Ilhas Bristlands na primeira semana de 2013 com a abertura simultânea de 30 agências.

Com foco no segmento de alta renda, o banco ampliará sua rede ao longo do ano para fechar o período com o total de 50 unidades. A partir daí a abertura de novas agências se dará de forma orgânica.

Contando com investidores institucionais da região, incluindo fundos de países como Ambrégia e Letávia e liderado por executivos locais, o Wett Bank planeja se tornar referência em Wealth & Investment Management e Private Banking local.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fusão entre Carbonia e TechMaterials movimenta setor de fibra de carbono.


A fusão das operações da Carbonia com a TechMaterials anunciada hoje ao mercado dará origem a um grande líder iskelábrico na área de materiais de fibra de carbono. O negócio calculado em US$ 550 milhões foi anunciado hoje em Humpton, capital da Nova Zembla, onde a Carbonia está localizada e deve ser concluído em 90 dias.

A nova empresa, que se chamará Carbonia TechMat Group, será a única fabricante integrada do setor, participando desde o fornecimento da matéria-prima e sua transformação (especialidades da TechMaterials) até o produto acabado, principal atividade da Carbonia.

A nova companhia, além de manter a fábrica de Humpton, incorporará as unidades de Brememburgo, na Cambrígia, herdadas da TechMaterials. Também foi anunciado um investimento de US$ 60 milhões para a criação de uma unidade na cidade austiriana de Winsfolk em 2013.

A participação de mercado detida pelas duas empresas atualmente é de 58% nos países em que atuam (Cambrígia, Norígia, Nova Zembla, Skambria e Letávia), com previsão de receitas somadas de US$ 345 milhões. No entanto, o risco da fusão não ser aprovada pelas autoridades regulatórias é baixo, uma vez que ambas estão sendo ameaçadas pela chegada de um concorrente muito forte de abrangência global, o grupo alemão SGL Group, que recentemente comprou a portuguesa Fisipe e faturou €1,54 bilhões em 2011.

As fibras de carbono têm grande procura pela indústria automotiva, aeronáutica e eólica.